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terça-feira, 3 de março de 2026

Texas obriga a exibir os Dez Mandamentos nas escolas públicas

Os Dez Mandamentos exibidos numa escola texana
Os Dez Mandamentos exibidos numa escola texana
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






No estado do Texas, EUA, todas as salas de aula do ensino fundamental e médio deverão ter um “pôster durável ou uma cópia emoldurada” dos Dez Mandamentos, em local de destaque, informou "Infocatólica".

O poster deve medir pelo menos 40 cm de largura por 50 cm de altura e ser “legível para uma pessoa com visão média de qualquer ponto da sala”.

A inclusão de qualquer conteúdo adicional é proibida, segundo lei aprovada pelo Legislativo do estado.

A medida concede proteção legal às escolas que enfrentem processos judiciais relacionados à sua aplicação.

A União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), juntamente com sua filial no Texas, a Americans United for Separation of Church and State, e a Freedom From Religion Foundation, declararam a lei “manifestamente inconstitucional” e expressaram sua intenção de “impedir esta violação dos direitos da Primeira Emenda” de alunos e famílias.

Líderes religiosos cristãos e judeus também expressaram sua oposição à legislação em uma carta enviada à Assembleia Legislativa em março, afirmando que “o governo ultrapassa seus limites ao ditar uma versão oficial e aprovada pelo estado de qualquer texto religioso”. 

A lei entrou oficialmente em vigor em 1º de setembro de 2025, coincidindo com o início do ano letivo.

Monumento dos Dez Mandamentos na entrada do Legislativo. Os políticos mudarão?
Monumento dos Dez Mandamentos na entrada do Legislativo. 
Os políticos mudarão?
Entre as mais de 600 medidas promulgadas por Abbott outra regra autoriza que escolas permitam a alunos e funcionários participarem de orações e leituras religiosas diárias e voluntárias.

De fato, o princípio da separação entre Igreja e Estado, consagrado na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, proíbe o governo de estabelecer uma religião oficial ou favorecer uma religião em detrimento de outra.

Nos últimos anos, a Suprema Corte tem assumido uma postura mais permissiva em relação à expressão religiosa em espaços públicos.

Por exemplo, no caso Kennedy v. In Bremerton School District (2022), a Suprema Corte decidiu a favor de um técnico de futebol americano que foi demitido por orar em campo, estabelecendo que sua conduta estava protegida pela liberdade de religião e expressão.

Essa mudança na jurisprudência encorajou alguns estados, como Texas, Arkansas e Louisiana, a promover leis que restabeleçam elementos religiosos em ambientes educacionais.

No entanto, essas leis continuam sendo objeto de litígio. No caso da Louisiana, uma lei semelhante foi bloqueada por um tribunal federal de apelações sob a alegação de inconstitucionalidade.

No Arkansas, a lei está sendo contestada judicialmente, e a lei do Texas deverá enfrentar um processo semelhante.



terça-feira, 29 de julho de 2025

Estados e prefeituras proíbem músicas de crime, sexo e drogas nas escolas

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Santa Catarina proibiu por lei que proíbe a reprodução de músicas e videoclipes com letras e coreografias impróprias para crianças e jovens nas escolas públicas e privadas.

A lei menciona canções que incentivem a criminalidade, façam apologia do uso de drogas ou que tenham conteúdo sexual, independente do gênero musical.

Nas escolas privadas catarinenses, as punições vão de advertência e suspensão até a demissão de coordenadores, diretores e responsáveis da violação.

A instituição pode receber uma multa de 2 a 10 salários mínimos, com aumento em caso de reincidência.

Nas escolas públicas, o funcionário pode sofrer um processo administrativo.

A fiscalização do cumprimento da norma será de responsabilidade dos diretores e gestores escolares.

Em caso de omissão da gestão escolar, denúncias poderão ser encaminhadas aos órgãos competentes.

O governador Jorginho Mello disse: “chega de música que faz apologia ao sexo e às drogas nas nossas escolas. Escola é lugar de aprender o que é certo, de se preparar para o futuro, conquistar um bom emprego, formar valores para toda a vida”.

“É o grito de muitos pais, e o governador entende que a escola deve preservar não só a vida física da criança, mas a intelectual, a moral”, declarou Kennedy Nunes, chefe da Casa Civil de Santa Catarina.

“É lamentável precisar de uma lei para dizer o óbvio: que escolas não devem reproduzir músicas de apologia às drogas, ao crime e ao sexo”, comentou o deputado Jessé Lopes.

O exemplo catarinense é pioneiro sendo imitado por outros governos estaduais e municipais do País.

Na Câmara de São Paulo, há um projeto de lei que proíbe a administração municipal de contratar shows de cantores que fazem apologia ao crime organizado e à violência.

Em Belo Horizonte, corre na Câmara um projeto de lei para proibir músicas do gênero em escolas municipais.

O prefeito de Carmo do Rio Claro (MG) proibiu o funk nas escolas do município.

Em Curitiba, tramita o projeto de lei “Música Limpa” proíbe a execução de músicas que contenham violência, apologia às drogas, discriminação ou pornografia, sem determinar o gênero musical.

Texto semelhante foi protocolado na Câmara de Londrina (PR), para vetar canções com apologia à violência, drogas ou com conteúdo pornográfico, também sem especificar o gênero musical.


terça-feira, 30 de julho de 2024

Poderosos efeitos benéficos da leitura nas crianças

Estudos mostraram que as crianças que leem são melhor sucedidas, segundo a Oxford Review of Education
Estudos mostraram que as crianças que leem são melhor sucedidas,
diz a Oxford Review of Education
Luis Dufaur
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O acadêmico espanhol Miguel Salas alertou contra a procura de um lazer muito fácil que rende muito pouco como é ficar parasitado ante a TV ou o celular prejudicando o futuro intelectual das crianças e jovens, reportou “La Nación”.

Ele apresentou bons conselhos para que as crianças deixem de lado os prazeres efêmeros da tecnologia e adotem o benéfico hábito da leitura.

Ele destacou que a leitura exige concentração, profundidade e silêncio enquanto que o ritmo de vida “em que vivemos incentiva o contrário”.

Quase 80% das crianças que tem o bom hábito da leitura foram incentivadas por seus familiares. “Sobretudo na infância os livros são uma oportunidade de se abrir ao mundo, de viverem outras vidas, de viajar para lugares que não se sabe achar no mapa quando se é muito pequeno”, afirmou.

“Aprender a ler é acender uma fogueira, cada sílaba que se escreve é uma faísca”, dizia Victor Hugo e não se enganou.

Para o acadêmico, as crianças que se habituaram a ler desde pequenas colhem benefícios ao longo de toda a vida: superioridade na carreira, melhorias sociais e individuais, muito importante desenvolvimento das habilidades de comunicação porque a criança que lê se expressa e compreende melhor.

O aumento do vocabulário é óbvio. “Aos 20 meses de idade, uma criança educada num ambiente cultural alto reconhece cerca de 200 palavras. E aquela com baixo nível sociocultural discerne 20. A diferença é abismal porque um mundo de 20 palavras não é igual a um de 200”, explica.

Na leitura, as crianças se preparam para serem bem sucedidas na vida
Na leitura, as crianças se preparam para serem bem sucedidas na vida

A leitura é fundamental no desenvolvimento da imaginação e centenas de estudos comprovam que a leitura está diretamente relacionada ao bom desempenho das crianças na escola.

A leitura também incentiva a empatia bem direcionada.

Ela faz o leitor esquecer suas preocupações e se concentrar tão perfeitamente que é quase como se estivesse meditando.

Salas sugere fazer com a leitura o mesmo que faz a família estabelecendo horários para refeições, estudo ou trabalho, “só meia hora por dia, não é preciso mais”, aconselha.


O acadêmico Miguel Salas explica em entrevista de TV (em espanhol) 




terça-feira, 18 de junho de 2024

Escolas públicas francesas adotam o uniforme para alunos

87 escolas já adotaram o uniforme. Em Béziers o usam 700 alunos.
87 escolas já adotaram o uniforme. Em Béziers o usam 700 alunos.
Luis Dufaur
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A França dispôs o uso de uniformes pelos alunos de escolas públicas não sem polêmica.

O Ministério da Educação iniciou uma experiência em grande escala nas escolas e institutos públicos antes generalizar o costume a nível nacional, segundo explicou “La Nación”.

O governo considera que o uso de uniforme escolar reforçará a autoridade na escola. O presidente Emmanuel Macron afirmou que, se funcionar, pretende generalizá-lo em 2026.

Quatro escolas da cidade de Béziers, no sul do país, foram as primeiras a implantar o uso.

A pressão das modas criava problemas no relacionamento dos alunos, dependendo da riqueza da família e entre os jovens e seus pais que não podem pagar as últimos modas.

Jeans rustidos ou rasgados (mas caros) e vestimentas vulgares afins com o rock favoreciam um clima de relaxamento e indisciplina prejudicial aos estudos e à ordem no recinto escolar.

Em Béziers mais de 700 alunos de escolas públicas adquiriram seus novos “kits de roupas” cujo preço de 200 euros é financiado pelo Estado. Ele consiste num blazer escuro com logo escolar personalizado, um suéter, duas camisetas brancas, calças compridas e curtas, e uma saia para as meninas.

As famílias de Béziers pediam a introdução do uniforme escolar desde 2014.

“A escola precisa de símbolos fortes e o uniforme faz parte deles”, declarou o presidente da Câmara, Robert Ménard, que ecoa o sentimento conservador.

“O uso do uniforme na escola é uma pedra no retorno aos valores, à ordem e ao respeito nas escolas”, afirmou Arnaud Robinet, prefeito de Reims, cidade no norte do país, que promove esta elevação de nível nas escolas públicas de sua cidade.


terça-feira, 26 de março de 2024

Boa caligrafia é necessária para os bons negócios

Luis Dufaur
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A revista econômica britânica “The Economist” dedicou uma edição especial redigida por Lane Greene, seu colunista especializado em línguas, focando a importância da redação manual para ter sucesso nos negócios.

A revista ficou pasma pela ineficiência dos métodos digitais na transmissão das informações de negócios e pelos prejuízos dela derivados.

Até o momento de ver os resultados dos estudos científicos, a revista achava uma “bête noire” as questões relativas à caligrafia, privilegiando a tecnologia.

Greene diz que o debate mudou porque a ciência comprovou os perigos da tecnologia digital que apavoram aos pais dos jovens.

Professores universitários do hemisfério norte deploram a incapacidade dos alunos de prestar atenção nas aulas, deformados pelo costume de ler e passar mensagens instantâneas em lugar de pensar.

A ciência mostra que a caligrafia é uma “inovação” milenar que supera os computadores: ajuda a desenvolver melhor as ideias mais complicadas.

O uso da pena ou do lápis ativa a memória motora e sensorial: as pessoas lembram melhor o que escreveram do que digitando.

No teste de Pam Mueller e Danny Oppenheimer os alunos não entendiam o que digitavam; e os universitários mostravam impotência para dizer com suas próprias palavras o que tinham lido na tela LCD.

Em breve, a caligrafia ajuda a entender o que se está escrevendo e o teclado, no máximo, ajuda a criar bons papagaios, ironiza o especialista do “The Economist”.

Nos EUA recrutadores empresariais observam a escrita dos candidatos recusando uma metade por essa causa.

Na grafia manual as ideias vêm à mente e custam mais a ser esquecidas, disse o Dr Oppenheimer.


terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Uniforme escolar põe ordem nos estudos

63% dos franceses querem uniforme escolar, como estes alunos ingleses
63% dos franceses querem uniforme escolar, como estes alunos ingleses
Luis Dufaur
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O ministro da Educação da França, Gabriel Attal, anunciou pela rádio RTL que o país estuda o porte de farda nas escolas que desejarem, inclusive públicas, explicou a conhecida revista “Valeurs Actuelles”.

O ensaísta Jean-Paul Brighelli comentou que viajando pelo Japão e vendo os alunos uniformizados nas ruas ficou convencido da utilidade das fardas escolares.

O uniforme elimina evita o bullying e ofensas por causa das roupas e previne o assédio. Ele convida alunos e professores a se vestirem decentemente, algo raro nos dias de hoje, onde o descuido é geral, prosseguiu.

Usar o uniforme tem um efeito interessante: ele diz não vamos para a escola como vamos para a rua. Vestimo-nos para ir à escola, tal como antigamente nos vestíamos para ir à ópera.

É cerimonial. Pela manhã as crianças já saem em condições de trabalhar. É essencial. Quando voltarem para casa, poderão se vestir da maneira que quiserem novamente.

Acresce outro efeito registrado no Japão: fora da escola, as crianças japonesas tendem a se vestir bem. O Japão é uma sociedade que supera a França em distinção.

Usar uma saia evita que as meninas fiquem curvadas na cadeira. Nos meninos, o lado rígido da jaqueta incentiva o bom comportamento.

Alunas japonesas com uniforrme escolar
Alunas japonesas com uniforrme escolar
Para Brighelli o modelo japonês poderia ser um exemplo para a França. Porque os uniformes são escolhidos pelas escolas: em geral, as meninas usam saia e os meninos, blazer.

As meninas devem ter o cabelo cortado curto ou preso para trás, e proibidos os cabelos coloridos.

A Tailândia e o Vietnam funcionam exatamente da mesma maneira. Têm uma visão de ordem que achamos difícil de ter na Europa. Ordem que a gente aliás tinha e perdeu basta olhar as fotos das turmas dos anos 60: muito bem vestidas, muitos meninos com gravata.

O lado desleixado das roupas induz a um modo desleixado no trabalho.

Na França durante vários anos, o debate sobre o uniforme tem estado em primeiro plano. Em janeiro de 2023, a Assembleia Nacional rejeitou uma proposta de lei sobre o tema. Por que os políticos se opõem a isso?

É que na França, explica, há uma falsa ideia de liberdade. Liberdade não é vestir de qualquer maneira, ou de dizer ou fazer qualquer coisa.

Nós deveríamos deixar claro que só existe uma cultura em França: a cultura francesa. O resto é lixo.

Aduzir que o uso do uniforme escolar é coisa antiquada ou reacionária, é uma bandeira fácil da esquerda. Na realidade, o uniforme é um fator de progresso.

Na França, Escola da Légion de Honneur
Na França, Escola da Légion de Honneur
Todos os esquerdistas apoiam o igualitarismo mas no querem esta igualdade no vestuário! Na escola, a única distinção desejável é a distinção intelectual. Não é a marca do seu jeans.

E a ideia é aceita pela opinião geral, segundo pesquisa do instituto CSA para o CNews em janeiro 2022, 59% dos franceses dizem ser a favor do retorno dos uniformes às escolas...

Deveríamos fazer um referendo de iniciativa popular. Caso contrário, os deputados ficariam em debates estéreis.

Francamente, não existe um político que saiba alguma coisa sobre o problema da educação.

Seria um avanço, não um milagre, mas uma solução para problemas que a escola sofre. O uniforme cria um ambiente que é prelúdio à ordem necessária aos estudos.


terça-feira, 28 de março de 2023

Volta o uniforme escolar na França

Alunas de uma das escolas da Légion d'honneur francesa
Alunas de uma das escolas da Légion d'honneur francesa
Luis Dufaur
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Nas Casas de Educação pública de elite na Franca como o internato de excelência Sourdun, as da Legião de Honra, seis colégios militares e muitas escolas, faculdades e escolas secundárias no exterior, o uso de uniforme passou a ser obrigatório.

Muitas personalidades francesas querem que assim seja. E, pasmem!, até a primeira dama francesa. Ela em entrevista ao jornal “Le Parisien” se declarou “pelo uso do uniforme na escola”.

O Parlamento francês discute um projeto de lei que visa estabelecer nas escolas e colégios públicos o uso de uniforme com as cores da escola.

Alunos do Lyceu de Hautefuille, região parisiense
Alunos do Lyceu de Hautefuille, região parisiense
O deputado Roger Chudeau, de Loir-et-Cher explica que “o objetivo é restaurar a dignidade do estado estudantil”.

Um projeto análogo foi apresentado no Senado O igualitarismo da Revolução Francesa que escraviza a maioria dos representantes conspira contra as propostas.

Porém essas provocaram intensas reflexões sobre o assunto e o Ministro da Educação, Pap Ndiaye, contrário à generalização do uniforme moderou sua oposição: “as escolas são totalmente livres, modificando os seus regulamentos internos, de impor uniformes escolares se assim o desejarem”.

Interrogados pelo “Le Figaro”, os dirigentes dos estabelecimentos em que o uniforme é imposto elogiam os seus efeitos.

Alunas de outra escola da Légion d'honneur francesa
Alunas de outra escola da Légion d'honneur francesa
“Nossos alunos estão lá para trabalhar. O uniforme os alivia de todas essas preocupações acessórias com roupas que podem atrapalhá-los em seu trabalho”, explica Jacques Boudy, secretário-geral da Grande Chancelaria da Legião de Honra.

E sublinha que a farda “contribui para criar um verdadeiro espírito de corpo, de equipe, e reforça o sentimento de pertença. 

Nos centros educativos da Legião de Honra, o uniforme faz parte integral da nossa pedagogia”, insiste.

Jacques Boudy e Olivier Goudal concordam que o uniforme “dá aos jovens a oportunidade de se diferenciarem de outras maneiras além das aparências.”

Generalizar o uniforme? “Não seria uma coisa ruim”, disse um chefe de estabelecimento em que o uniforme é obrigatório.

Alunos do prestigioso colégio de Cambridge, Grã Bretanha
Alunos do prestigioso colégio de Cambridge, Grã Bretanha

O uniforme escolar já é obrigatório em estabelecimentos públicos e privados da Grã-Bretanha.

Os alunos das sete escolas secundárias militares francesas frequentam a escola uniformizados.

Meninas e meninos usam uniforme em sala de aula e traje cerimonial durante grandes eventos escolares. 

As aulas são anunciadas pelo som da corneta.

O uniforme é clássico.

Para as meninas é saia ou calça preta com blusa branca, e para os meninos é calça preta, camisa e gravata preta com o blazer com o escudo da escola para todos.

As meninas têm um cardigã e meninos e meninas podem usar o suéter, completa “Le Figaro”.


terça-feira, 15 de junho de 2021

Diferença de idades entre irmãos gera senso da hierarquia e da harmonia familiar

Luis Dufaur
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A ordem dos nascimentos determina natural e espontaneamente uma hierarquia entre as crianças, respondeu um conjunto de cientistas consultados pelo jornal “La Nación”, de Buenos Aires.

Os investigadores noruegueses Petter Kristensen e Tor Bjerkedal, da Universidade de Oslo, constataram que o primogênito em geral possui um coeficiente intelectual superior ao dos irmãos.

O Dr. Luis Kancyper, da Asociación Psicológica Argentina (APA), defende a supremacia natural do primogênito, pelo fato de que “deve preservar as tradições e representar o modelo da responsabilidade”.

O estudo norueguês analisou 240.000 meninos noruegueses e concluiu que o fato de os maiores cuidarem dos irmãos menores “potencia sua capacidade intelectual”.

A expectativa depositada no primogênito não recai sobre os filhos intermediários, disse a especialista Stacy De Broff. Os pais são menos exigentes com eles e “por isso, muitos adotam atitudes mais relaxadas diante da vida”. Mas, ao mesmo tempo, favorecem o desenvolvimento de personalidades “voltadas para a criatividade”.

Já o benjamim é o mais mimado pelos pais e protegido pelos maiores, e “por isso sói ser mais carinhoso que o restante dos irmãos”, disse Stacy De Broff.

O senso da hierarquia se desenvolve assim natural e harmonicamente na família desde que as crianças vêm à luz.


terça-feira, 4 de agosto de 2020

Etiqueta e protocolo em ambiente aristocrático tranqüilizam as crianças

Luis Dufaur
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O Alvear Palace Hotel de Buenos Aires inaugurou um curso intensivo de etiqueta, protocolo e boa educação para 30 crianças de 8 a 13 anos.

Elas se sentam adequadamente em mesas com louça de porcelana, copos de cristal e talheres de prata.

Assistem a palestras de comportamento em sociedade, enquanto garçons de luvas brancas servem água, sucos e delicados sanduíches.

A professora Karina Vilella ensina como uma pessoa educada deve pegar os talheres, cumprimentar, dizer “por favor”, agradecer, ser pontual, etc.

As crianças aprendem a montar uma “mesa inglesa” e uma “mesa francesa” e o modo de distribuir nelas os convidados.

terça-feira, 12 de maio de 2020

Na mesa se decide o fracasso ou o triunfo familiar e social

Comer em família é indispensável sem invasão digital
Comer em família é indispensável sem invasão digital
Luis Dufaur
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Num lar típico de advogados bem sucedidos em Buenos Aires os pais e os filhos não tomavam as refeições reunidos. Reinavam smartphones, tablets, laptops ou TV de plasma.

Os pretextos ou alegados eram muitos: horários de trabalho ou escola, atividades diversas intensas, etc. Até que a família pensou voltar a partilhar as refeições.

Não foi fácil pois os filhos nem sabiam dialogar e cada um comia o que pediu ao delivery, explicou “La Nación”.

Então experimentaram ao vivo o que ouviram de muitos psicólogos especialistas em vida social: quando a mesa familiar não é partilhada como é natural, o desenvolvimento social crianças e adultos sofre um impacto negativo.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

De volta as escolas que respeitam a psicologia dos meninos e das meninas

Rendimento escolar específico cresce a olhos vista.
Rendimento escolar específico cresce a olhos vista. Escola católica nos EUA.
Luis Dufaur
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Ressurgem as escolas exclusivas para meninos ou meninas. Elas favorecem o desenvolvimento de uns e de outras. E estão aumentando a cada ano. Hoje somam 240 mil escolas em 70 países no mundo.

Uma moda inspirada no espírito anárquico igualitário de Maio de 68 e no relativismo moral espalhado em nome de Concílio Vaticano II desqualificou as escolas single-sex (só para meninos ou só para meninas).

A revolução cultural-sexual da Sorbonne começou em marco de 1968 na Universidade de Nanterre, na periferia de Pais, reclamando toaletes comuns para homens e mulheres.

Hoje, essa reivindicação está no cerne da agenda LGBT e causa profundas divisões nos EUA, onde a população recusa a mistura de toaletes que hoje admitiria até os transexuais.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Costumes tradicionais do principezinho George entusiasmam

O príncipe George no Canadá, outubro 2016.
O príncipe George no Canadá, outubro 2016.
Luis Dufaur
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O príncipinho George, com pouco mais de três anos fez uma visita oficial triunfal ao Canadá.

A visita fez parte do protocolo da monarquia britânica. Elisabeth II, rainha da Grã-Bretanha, também é rainha do Canadá e o visita periodicamente.

Em virtude de sua idade, ela delegou a missão a seu neto o príncipe William que viajou com sua mulher Kate, duquesa de Cambridge e de seus dois filhos o príncipe George e a princesinha Charlotte.

E a visita fez vibrar de contentamento boa parte do planeta, especialmente pela conduta e a vestimenta do príncipe George.

A criança real compareceu nos atos de Estado usando calcas curtas de veludo, inclusive em dias cujas temperaturas estavam bastante frias.

Sua mãe apelou ao casaco, mas o menino ficou ufano com suas calcas curtas. Por que?

O rosto cheio e saudável de George afastava toda ideia de desinteresse por ele.

O pequeno príncipe jamais foi visto com calças cumpridas. E isso corresponde aos costumes tradicionais que o casal principesco respeita.

O futuro rei deve usar as calças curtas e as meias até o joelho para respeitar a etiqueta em vigor na corte, para os nobres meninos em pequena idade.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Combate à pobreza supera as metas em toda a Terra

Os extremamente pobres caíram de 2,6 bilhões em 2000 para 836 milhões em 2015
Os extremamente pobres caíram de 2,6 bilhões em 2000 para 836 milhões em 2015



No ano 2000 a ONU propôs, entre os objetivos sociais a serem alcançados pelos países membros, a meta de reduzir pela metade o número dos que vivem na pobreza extrema na terra (definida como uma renda inferior a cinco reais por dia).

Para o grande jornal italiano “Il Corriere della Sera”, que comentou a meta em editorial, esta pareceu utópica.

Porém, 15 anos depois, a meta não só foi atingida, mas superada com folga. Segundo a mesma ONU, os extremamente pobres caíram de 2,6 bilhões em 2000 para 836 milhões em 2015.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Banir celular na escola melhora as notas

O uso do smartphone nas aulas dissipa a atenção, degrada o aprendizado e abaixa as notas.
O uso do smartphone nas aulas dissipa a atenção,
degrada o aprendizado e abaixa as notas.



Estudo da reputada London School of Economics mostrou que nas escolas da Inglaterra que baniram os smartphones os alunos melhoraram em até 14% suas notas em exames de avaliação nacional, noticiou a Folha de S.Paulo.

A melhora foi constatada principalmente entre estudantes de 7 a 11 anos e com aproveitamento escolar inferior a 60%, que foram proibidos de usar os referidos aparelhos.

Para os alunos aplicados, o banimento não mudou nada.

“Distrações atingem todo mundo, mas são piores em alunos com celulares. E ainda piores naqueles com notas mais baixas”, disse à Folha Louis-Philippe Beland, um dos autores do estudo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Escolas públicas geridas pela PM são bem sucedidas e se multiplicam no Brasil

Cresce número de escolas geridas pela PM. Pais e alunos satisfeitos em Goiás.  Foto: Folha de S.Paulo
Cresce número de escolas geridas pela PM. Pais e alunos satisfeitos em Goiás.
Foto: Folha de S.Paulo




As escolas geridas pela PM de Goiás também dão o bom exemplo mantendo um regulamento disciplinar sério.

Mascar chiclete é transgressão leve. Usar óculos com lentes ou armações de “cores esdrúxulas” também, mostrou reportagem da Folha de S.Paulo.

São transgressões médias: sentar-se no chão fardado, espalhar boatos, deixar de prestar continência ou de cortar o cabelo no estilo escovinha.

Já “manter contato físico que denote envolvimento amoroso” (beijar) ou se meter em rixa são faltas graves.

O aluno perde pontos a cada quebra de regra. Quem não se adequar é transferido.

Os resultados estão sendo tão bons que o Estado aumentou de 18 para 26 os colégios militares.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Modelo de escola gerida pela PM beneficia Amazônia e Nordeste

Estudantes e professores da rede pública estadual são premiados na 8ª edição das Olimpíadas Brasileiras de Matemática.
Estudantes e professores da rede pública estadual são premiados
na 8ª edição das Olimpíadas Brasileiras de Matemática.



Segundo informou O Globo, de 2011 para 2013, a escola estadual Prof. Waldocke Fricke de Lyra “deu um salto no Ideb. Nos anos iniciais do ensino fundamental, a média passou de 3,3 para 6,1. Nos finais, foi de 3,1 para 5,8. O índice de reprovação, de 15,2% em 2012, foi zerado no ano passado.

“A melhoria no desempenho apareceu também nas Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Órfã de pai desde os 8 anos e filha de uma motorista de ônibus, Jennyfer da Silva Veloso, de 16 anos, levou o bronze e uma menção honrosa na competição.

“Ela foi aprovada em primeiro lugar no vestibular da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), onde começou a cursar matemática este ano.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Estados resolvem violência nas escolas públicas com disciplina militar

A educação que é a finalidade da escola teve salto qualitativo.
A educação que é a finalidade da escola teve salto qualitativo.



Bairro violento numa capital? Escola pública “dor de cabeça”? Quem não ouviu falar?

Porém, um projeto piloto em Manaus, objeto de reportagem da Band já em 2012, resolveu dois problemas de uma só vez, num bairro violento da capital amazonense:

1) a qualidade duvidosa do ensino na maior escola pública dentro de uma comunidade, na zona oeste e

2) a violência praticada por jovens estudantes.

A solução adotar a disciplina militar na unidade educacional, que agora está sob a direção da PM.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Música de Mozart melhora a atividade cerebral

Wolfgang Amadeus Mozart.
Wolfgang Amadeus Mozart.



Pesquisadores da Universidade La Sapienza, de Roma, concluíram que a audição da música de Wolfgang Amadeo Mozart melhora sensivelmente a atividade cerebral, informou o jornal “Daily Mail”, de Londres.

Nas pessoas analisadas durante os exames foi constatado um aumento da atividade das ondas cerebrais relacionadas com a memória, a intelecção e a resolução dos problemas.

Os mesmos testes foram feitos tocando ao mesmo grupo uma música de Beethoven, porém sem resultados. As experiências sugerem que na música de Mozart há algo especial que influencia positivamente o cérebro.

“Esses resultados – explica o estudo – podem ser representativos do fato de a música de Mozart ser capaz de 'ativar' circuitos corticais neuronais no cérebro relacionados com a atenção e as funções cognitivas”.

E esclarece que os resultados “não são apenas uma consequência de ouvir música em geral”.

O estudo foi publicado na revista especializada Consciousness and Cognition (volume 35, setembro 2015, páginas 150–155), tendo os pesquisadores utilizado equipamentos EEG (eletroencefalografia) para registrar a atividade elétrica do cérebro dos participantes.