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terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

A salvadora disciplina

A salvadora disciplina japonesa é ensinada desde a infância
A salvadora disciplina japonesa é ensinada desde a infância
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






No aeroporto Haneda de Tóquio houve espantosa colisão aérea que poderia ter cobrado 379 vidas. A mídia universal tratou extensamente do sensacional fato,como fez, por exemplo o grande jornal “La Vanguardia” de Barcelona.

A imprensa falou de “evacuação milagrosa” de todos os passageiros e tripulantes que saíram do avião em chamas em 90 segundos.

Os jornalistas atribuíram o fato â extraordinária disciplina nipônica no respeito das normas. Do imenso avião só sobrou cinzas.

O incêndio aconteceu após o voo repleto da JAL colidir contra um da Guarda Costeira japonesa no preciso momento do pouso.

Segundo a companhia aérea, os comissários de bordo seguiram estritamente o treinamento de segurança.

Malgrado momentos de angústia nas os passageiros obedeceram as instruções da tripulação que pedia calma, permanecer no lugar e cobrir nariz e boca para não inalar a fumaça enquanto abriam as portas de emergência.

As 115 unidades de combatir incêndio enviadas ao local não puderam evitar que toda a aeronave virasse uma bola de fogo.

Todos os 379 pasageiros e tripulantes abandonarm ordenadamente o avião em 90 segundos, sem perdas humanas
Todos os 379 pasageiros e tripulantes abandonarm ordenadamente o avião em 90 segundos,
sem perdas humanas
A tripulação rapidamente acionou os escorregadores de evacuação e as pessoas desembarcaram de maneira ordenada em 90 segundos.

A evacuação milagrosa foi atribuída ao treino de emergência da tripulação, mas também à disciplina dos passageiros, num país que é conhecido pelo respeito pelas regras e pela consideração do coletivo antes do individual.

Satoshi Yamake, 59 anos, disse: “só posso dizer que foi um milagre, poderíamos ter morrido se tivéssemos demorado”, disse ele.

Terence Fan, especialista em aviação da Singapore Management University (SMU), entrevistado pela AFP, declarou que “isso foi possível porque os passageiros parecem ter seguido as instruções de forma exemplar, o que permitiu que eles e a tripulação saíssem do avião antes que o avião fosse completamente envolvido pelas chamas”.

No Ocidente desde a revolução da Sorbonne e do movimento hippie se promove a indisciplina a todos os níveis como manifestação de liberdade.

Se os passageiros tivessem agido com esses critérios de enganosa liberdade hoje poderíamos estar deplorando centenas de mortes.



terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Uniforme escolar põe ordem nos estudos

63% dos franceses querem uniforme escolar, como estes alunos ingleses
63% dos franceses querem uniforme escolar, como estes alunos ingleses
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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O ministro da Educação da França, Gabriel Attal, anunciou pela rádio RTL que o país estuda o porte de farda nas escolas que desejarem, inclusive públicas, explicou a conhecida revista “Valeurs Actuelles”.

O ensaísta Jean-Paul Brighelli comentou que viajando pelo Japão e vendo os alunos uniformizados nas ruas ficou convencido da utilidade das fardas escolares.

O uniforme elimina evita o bullying e ofensas por causa das roupas e previne o assédio. Ele convida alunos e professores a se vestirem decentemente, algo raro nos dias de hoje, onde o descuido é geral, prosseguiu.

Usar o uniforme tem um efeito interessante: ele diz não vamos para a escola como vamos para a rua. Vestimo-nos para ir à escola, tal como antigamente nos vestíamos para ir à ópera.

É cerimonial. Pela manhã as crianças já saem em condições de trabalhar. É essencial. Quando voltarem para casa, poderão se vestir da maneira que quiserem novamente.

Acresce outro efeito registrado no Japão: fora da escola, as crianças japonesas tendem a se vestir bem. O Japão é uma sociedade que supera a França em distinção.

Usar uma saia evita que as meninas fiquem curvadas na cadeira. Nos meninos, o lado rígido da jaqueta incentiva o bom comportamento.

Alunas japonesas com uniforrme escolar
Alunas japonesas com uniforrme escolar
Para Brighelli o modelo japonês poderia ser um exemplo para a França. Porque os uniformes são escolhidos pelas escolas: em geral, as meninas usam saia e os meninos, blazer.

As meninas devem ter o cabelo cortado curto ou preso para trás, e proibidos os cabelos coloridos.

A Tailândia e o Vietnam funcionam exatamente da mesma maneira. Têm uma visão de ordem que achamos difícil de ter na Europa. Ordem que a gente aliás tinha e perdeu basta olhar as fotos das turmas dos anos 60: muito bem vestidas, muitos meninos com gravata.

O lado desleixado das roupas induz a um modo desleixado no trabalho.

Na França durante vários anos, o debate sobre o uniforme tem estado em primeiro plano. Em janeiro de 2023, a Assembleia Nacional rejeitou uma proposta de lei sobre o tema. Por que os políticos se opõem a isso?

É que na França, explica, há uma falsa ideia de liberdade. Liberdade não é vestir de qualquer maneira, ou de dizer ou fazer qualquer coisa.

Nós deveríamos deixar claro que só existe uma cultura em França: a cultura francesa. O resto é lixo.

Aduzir que o uso do uniforme escolar é coisa antiquada ou reacionária, é uma bandeira fácil da esquerda. Na realidade, o uniforme é um fator de progresso.

Na França, Escola da Légion de Honneur
Na França, Escola da Légion de Honneur
Todos os esquerdistas apoiam o igualitarismo mas no querem esta igualdade no vestuário! Na escola, a única distinção desejável é a distinção intelectual. Não é a marca do seu jeans.

E a ideia é aceita pela opinião geral, segundo pesquisa do instituto CSA para o CNews em janeiro 2022, 59% dos franceses dizem ser a favor do retorno dos uniformes às escolas...

Deveríamos fazer um referendo de iniciativa popular. Caso contrário, os deputados ficariam em debates estéreis.

Francamente, não existe um político que saiba alguma coisa sobre o problema da educação.

Seria um avanço, não um milagre, mas uma solução para problemas que a escola sofre. O uniforme cria um ambiente que é prelúdio à ordem necessária aos estudos.


terça-feira, 21 de abril de 2020

Três imagens que escaparam da destruição
pelos pagãos em Nagasaki

A 'Virgem Milagrosa', ou Mater Boni Consilii, de Badoc, Filipinas, chegou boiando milagrosamente pelo ma num caixa
A 'Virgem Milagrosa', ou Mater Boni Consilii, de Badoc, Filipinas,
chegou boiando milagrosamente pelo mar numa caixa
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Imagens sagradas que resistem inexplicavelmente a terremotos, tsunamis, grandes e pequenos incêndios, ou atentados dolosos, vêm sendo publicadas por nós, na medida em que fontes idôneas fornecem informações sérias.

Não corremos atrás dessas informações, apenas publicamos aquelas que nos chegam pela sua repercussão ou efeito natural.

E isso porque temos a certeza de que essas proteções milagrosas são muito mais comuns do que imaginamos e do que chegamos a ter notícia.

terça-feira, 31 de março de 2020

História desvenda maravilhosa e misteriosa predileção de Deus para com o Japão

26 mártires de Nagasaki. Em convento franciscano da Senhora das Neves em Praga
26 mártires de Nagasaki. Em convento franciscano
da Senhora das Neves em Praga
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Um minucioso e demorado trabalho de arqueólogos e especialistas da História permitiu reconstituir uma das páginas mais belas do Cristianismo.

Trata-se da perseverança dos católicos japoneses durante mais de dois séculos a uma das mais desapiedadas perseguições religiosas que registra a humanidade.

E seu maravilhoso e emocionante fim com a intervenção de potencias ocidentais e a chegada de missionários da Europa.

Em post anteriores, tivemos ocasião de nos ocupar dos achados das ciências arqueológicas e históricas.

Cfr.: Descobertas capelas dos católicos japoneses perseguidos durante séculos

Arqueólogos revelam perseverança heroica dos católicos japoneses perseguidos durante séculos


O espantoso número de vítimas mortais, feridos físicos e mentais deixados pelas bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki na II Guerra Mundial é muito aquém daquele das vítimas das perseguições pagãs aos católicos no Japão.

E essa gesta foi evocada especialmente quando foram lembrados recentemente os bombardeios de Hiroshima, e especialmente Nagasaki, que eram as duas cidades de maior população católica do país.

Acrescentamos este post aos anteriores, cujos links estão acima, para completar uma visão de conjunto.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

O milagre do terço em Hiroshima:
Nossa Senhora de Fátima salvou os missionários

Os padres Hugo Lassalle (Superior dos jesuítas no Japão), Hubert Schiffer,
Wilhelm Kleinsorge e Hubert Cieslik [assinalados no círculo da foto]
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No dia 6 de agosto de 1945, solenidade da Transfiguração de Nosso Senhor e praticamente no fim da II Guerra Mundial, a aviação americana lançou sobre a cidade de Hiroshima, no Japão, a bomba atômica “Little Boy”, de urânio, que provocou a morte de 140 mil pessoas, mais de 70 mil feridos, e grande parte da cidade destruída.

Três dias depois, a mesma aviação lançou a bomba nuclear de plutônio, “Fat Man”, sobre a cidade de Nagasaki. Essa bomba destruiu a catedral da Imaculada Conceição, matando muitos católicos que estavam no templo.

Foi a primeira e única vez em que armas nucleares foram usadas contra alvos civis.

Devido à radiação, entre dois a quatro meses após os ataques atômicos, os efeitos agudos das explosões mataram entre 90 e 166 mil pessoas em Hiroshima, e 60 a 80 mil em Nagasaki.

Durante os meses seguintes, várias pessoas morreram por causa do efeito de queimaduras, envenenamento radioativo e outras lesões, que foram agravadas pelos efeitos da radiação.

Nesse terrível cenário, ocorreu nessa cidade um fato surpreendente, que passou a ser conhecido como o “Milagre de Hiroshima”: quatro sacerdotes jesuítas alemães sobreviveram à catástrofe, inclusive a seus efeitos, apesar de estarem muito perto do local onde a bomba explodiu.

Pe. Hubert Schiffer SJ
Esses religiosos eram os padres Hugo Lassalle (Superior dos jesuítas no Japão), Hubert Schiffer, Wilhelm Kleinsorge e Hubert Cieslik.

No momento da explosão, eles se encontravam na casa paroquial da igreja de Nossa Senhora da Assunção, um dos poucos edifícios que resistiu à bomba.

Um dos sacerdotes estava celebrando a Santa Missa, outro tomava o café da manhã e os demais se encontravam em dependências da paróquia.

O edifício religioso sofreu apenas danos menores, como vidros quebrados, conforme escreveu o Pe. Hubert Cieslik em seu diário, mas nenhum dano em consequência da energia atômica liberada pela bomba.

O Pe. Schiffer escreverá depois o livro O Rosário de Hiroshima, no qual narra tudo o que lhes sucedeu naqueles dias fatídicos.

Os religiosos atribuem sua preservação a uma proteção particular da Santíssima Virgem, pois “vivíamos a mensagem de Fátima e rezávamos juntos o Rosário todos os dias”.

Quando, mais tarde, esses jesuítas receberam tratamento médico, foi-lhes dito que devido à radiação eles teriam lesões graves, enfermidades, e inclusive uma morte prematura.

Porém, contra todas as expectativas, tal não sucedeu. Nenhum deles teve qualquer transtorno físico.

Pelo contrário, em 1976 — 31 anos depois do lançamento da bomba —, o Pe. Schiffer participou do Congresso Eucarístico de Filadélfia, onde relatou sua história.

Ele confirmou que os quatros jesuítas ainda viviam, sem nenhuma enfermidade.

Isso foi comprovado por dezenas de médicos que os examinaram cerca de 200 vezes nos anos posteriores, não encontrando qualquer sinal da radiação em seus corpos.

Catedral da Assunção de Nossa Senhora, em HIroshima, o novo templo hoje
Catedral da Assunção de Nossa Senhora,
em HIroshima, o novo templo hoje
O Pe. Hugo Lassalle continuou em Hiroshima, e em 1948 naturalizou-se japonês com o nome Enomiya Mabiki.

De passagem por Roma, recebeu do Papa Pio XII autorização para recolher fundos destinados a reconstruir a igreja dedicada à Assunção de Nossa Senhora.

Em 1959, com a elevação de Hiroshima a diocese pelo Papa João XXIII, ela passou a ser catedral.

Sua construção começou em 1950 e foi concluída no dia 6 de agosto de 1954, nove anos após a explosão da bomba atômica.

É preciso dizer que a rendição do Japão se daria na solenidade da Assunção da Virgem aos Céus, 15 de agosto de 1945, poucos dias depois da explosão das bombas atômicas.

Hiroshima foi reconstruída totalmente, com aquela tenacidade própria aos filhos do Sol Nascente, contando hoje com mais de um milhão e cem mil habitantes.


(Fonte: ACIPrensa)


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Amostra no Japão focaliza a heroica perseverança dos “católicos escondidos”

Quadro japonês de um "cristão escondido" fiel nas perseguições.  No centro: Nossa Senhora e o Menino Jesus, S. Matias, Sto Inácio, S.Francisco Xavier e Sta Luzia.  Em volta: os mistérios do rosário
Quadro japonês de um "cristão escondido" fiel nas perseguições.
No centro: Nossa Senhora e o Menino Jesus, S. Matias, Sto Inácio,
S.Francisco Xavier e Sta Luzia. Em volta: os mistérios do rosário
A Universidade de Kyoto, Japão, está promovendo uma exposição que mereceria ser mais conhecida pelos católicos do mundo inteiro.

Trata-se de uma amostra de quadros pintados por “cristãos escondidos” dos séculos XVII a XIX, quando o cristianismo era sanguinariamente proibido no país e houve incontáveis mártires, como os de Shimabara.

Os primeiros portugueses aportaram no Japão a partir de 1543, levando missionários católicos. Entre eles, o grande São Francisco Xavier SJ.

Durante seis ou sete décadas, o catolicismo foi acolhido com entusiasmo. O fato foi registrado por artistas japoneses, dando origem a uma escola chamada Namban. Esta se caracteriza por uma síntese de elementos nipônicos e ensinamentos artísticos ocidentais transmitidos nos seminários.

A habilidade dos japoneses para a pintura fez com que os missionários lhes encomendassem quadros grandes para os altares, ou pequenos para uso pessoal dos fieis.

Esses quadros existiram em grande número, mas foram destruídos quando o Shogun [governador militar designado pelo imperador com poderes de ditador] pagão Tokugawa ordenou uma das mais sangrentas perseguições religiosas da história.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Akita 4: a Fátima do Oriente ‒ Prantos, suor e sangue: análises científicas e pronunciamento canônico


Continuação do post anterior

Novos prantos da imagem

Após as mensagens de Nossa Senhora, a luz ofuscante que cercava a estátua sumiu.

Em 4 de janeiro de 1975, para o espanto da comunidade e do padre Yasuda, a estátua da Virgem começou a chorar e assim fez três vezes naquele dia. Também foram testemunhas dessa lacrimação, além das irmãs, o bispo Ito e certo número de pessoas que participavam com as freiras de um retiro de Ano Novo.

As lágrimas coletadas na borda interior dos olhos desciam pelas bochechas, as coletadas na borda da borda do vestido perto da garganta, desciam pelas dobras da túnica e caiam sobre o mundo sob os pés de Nossa Senhora.

domingo, 20 de março de 2011

Akita 3: a Fátima do Oriente ‒ Anúncio dos castigos

Continuação do post anterior

A última mensagem

No dia 13 de outubro de 1973, aniversário do Milagre do Sol em Fátima, a Irma Inês ouviu mais uma vez uma belíssima voz falando pela estátua:

quinta-feira, 17 de março de 2011

Akita 2: a Fátima do Oriente e seus anúncios ‒ Penitência e reparação

Continuação do post anterior

Segunda mensagem

Nossa Senhora comunicou a segunda mensagem em 3 de agosto de 1973, uma primeira sexta-feira do mês. Uma voz celestial que provinha da estátua advertiu:

quarta-feira, 16 de março de 2011

Nossa Senhora de Akita 1: a Fátima do Oriente e seus anúncios ‒ Primeira mensagem

A imagem milagrosa de Akita
O extraordinário interesse que naturalmente inspiram os terríveis acontecimentos do Japão e a misericordiosa intervenção preventiva de Nossa Senhora, levou-nos a coletar informações sobre os fatos de Akita.

Devido à extensão da matéria, a dividiremos em quatro posts sucessivos.


Inês (Agnes) Katsuko Sasagawa, 42, ingressou no Instituto das Servas do Santíssimo Sacramento em Yuzawadai, apenas fora de Akita, em 12 de maio de 1973. Inês vinha de se converter do budismo, mas estava totalmente surda, incurável.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Japão: Nossa Senhora de Akita advertiu mas não foi ouvida

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
sócio do IPCO,
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Em 1973, Nossa Senhora se manifestou no Japão à Irmã Agnes Katsuko Sasagawa, que então tinha 42 anos de idade, no convento das Servas da Ssma. Eucaristia na localidade de Yuzawadai, perto de Akita, província de Tohoku.

Quer dizer na região mais atingida pelo terremoto que acaba de causar formidáveis danos no Japão.

Akita fica na mesma latitude do epicentro do colossal abalo sísmico, porém do lado ocidental da ilha, a uma distância de 150 kms de Sendai, a cidade mais atingida e que fica no lado oriental do arquipélago do Sol Nascente.