Mostrando postagens com marcador mártires. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mártires. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

Maior estátua de Fátima evocará protomártires brasileiros

Imagem de Nossa Senhora de Fátima chega a Natal
Imagem de Nossa Senhora de Fátima chega a Natal
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A cidade de Natal está concluindo a instalação de uma estátua de 43 metros de Nossa Senhora de Fátima.

A peça de Nossa Senhora de Fátima que chegou ao local em partes para ser montada terá finalmente 35 metros aos quais adicionados os 8 metros da base estrutural superará em altura ao próprio Cristo Redentor de Rio de Janeiro.

A imagem de Nossa senhora e o Complexo em volta dela estão sendo montados na proximidade da paróquia do bairro Pajuçara, noticiou “A Tribuna do Norte”.

O complexo inclui uma praça em forma do Espírito Santo, dedicada aos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, e uma réplica da Capelinha das Aparições, com a mesma dimensão da que foi erguida no Santuário de Fátima, em Portugal.

A imagem foi feita em Petrolina e foi sendo recepcionada pelo caminho
A imagem foi feita em Petrolina e foi sendo recepcionada pelo caminho
O Pe. João Maria, responsável da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, a chegada do Complexo na zona Norte de Natal poderá servir para o fortalecimento da fé.

De fato, as calamidades que se abatem sobre as famílias corroídas pela imoralidade, sobre o Brasil e o mundo flagelados pelos “erros da Rússia” e sobre a própria Igreja devastada pelos escândalos eclesiásticos, fazem clamar a inúmeros católicos pela vitória do Imaculado Coração de Maria, prometida por Nossa Senhora em Fátima.

Acresce a lembrança dos Santos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, cerca de trinta vítimas de dois massacres praticadas por protestantes holandeses no interior do estado do Rio Grande do Norte.

Vinte e cinco homens e cinco mulheres foram reconhecidas mártires pela Igreja em dois morticínios diferentes acontecidos no ano de 1645.

O primeiro massacre se deu em julho, na Capela de Nossa Senhora das Candeias, no engenho de Cunhaú, município de Canguaretama.

O segundo ocorreu em outubro, na comunidade de Uruaçu, município de São Gonçalo do Amarante.

Eles são lembrados como protomártires brasileiros, título dado pela Igreja Católica por serem os primeiros mártires do País, registra Wikipedia.

Mártires de Cunhaú e Uruaçu, protomártires do Brasil, cruelmente mortos pelo ódio protestante
Protomártires do Brasil em Cunhaú e Uruaçu, cruelmente mortos pelo ódio protestante
Jacob Rabbi, um judeu alemão afixou um edital na porta da igreja de Nossa Senhora das Candeias que no domingo 16 de julho de 1645, após a missa, haveria ordens do governo holandês.

Durante a Missa, depois do momento da elevação do Corpo e Sangue de Cristo pelo pároco Pe André de Soveral, nativos e invasores protestantes holandeses iniciaram uma horrenda carnificina enquanto os populares católicos imploravam a misericórdia de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O Pe. André teve o seu coração arrancado brutalmente do peito.

Em 3 de outubro de 1645, três meses depois do massacre de Cunhaú, aconteceu o da comunidade de Uruaçu, também promovido pelo mesmo Jacob Rabbi.

Foram cenas idênticas, porém com mais crueldade. Depois da Missa, Rabbi e os protestantes fecharam as portas da igreja e os mataram arrancando suas línguas para não proferirem orações católicas.

Braços e pernas foram decepados, crianças foram partidas ao meio, e grande parte dos corpos foi degolada.

Igreja restaurada de Nossa Senhora das Candeias, local dos martírios de Cunhaú
Igreja restaurada de Nossa Senhora das Candeias, local dos martírios de Cunhaú
O celebrante, Pe Ambrósio Francisco Ferro, pároco da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação, foi muito torturado mesmo vivo. Mateus Moreira, sacristão da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação, mesmo arrancado seu coração, exclamou: “Louvado seja o Santíssimo Sacramento”.

O heroísmo dos mártires é um estimulo nos dias de hoje em que subversivos da teologia da libertação, comunistas e ecologistas se anunciam como instrumentos de castigo para uma humanidade que se afastou de Deus.

Que Nossa Senhora de Fátima nos proteja a todos.


terça-feira, 30 de novembro de 2021

2.046 mártires do comunismo na Espanha nos altares

2.046 mártires do comunismo na Espanha nos altares
Tapeçaria dos 127 mártires do comunismo em Córdoba elevados aos altares
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Exatamente 2.046 mártires do comunismo na Guerra Civil Espanhola, estão inscritos hoje no Martirológio Romano que inclui todos os santos e beatos proclamados pela Igreja Católica.

O número inclui os 127 mártires proclamados em outubro 2021 na Catedral de Córdoba, segundo informou “Infocatolica”.

Entre esses 127 mártires há sacerdotes, seminaristas, religiosos e fiéis leigos da diocese.

Após a leitura do Pontifício Decreto para a Beatificação dos mártires, na catedral foi descoberta uma grande tapeçaria dos beatificados enquanto o coro cantava o Aleluia de Handel e os sinos da catedral de Córdoba e de toda a Diocese revoavam à toda.

Os familiares daqueles que subiram aos altares estavam entusiasmados: “É o melhor dia das nossas vidas”, repetiam

Carmen Paramio teve seu tio-avô Alfonso Gallardo entre esses mártires da perseguição religiosa. María José e Lourdes Fuentes García lembraram que os assassinos socialistas vieram buscar seu tio, o beato Francisco García León, que só tinha 15 anos e estava usando um escapulário de Nossa Senhora do Carmo.

Como ele se recusou a se afastar do pai o mataram junto com ele. A análise dos restos mortais encontrou o pai e o filho abraçados aparentando ter sido enterrados vivos após o tiro, contaram.

O bem-aventurado Antonio Gaitán Perabad era muito jovem e “viu como pegaram o pai dele e disseram para ele ir embora com a mãe, mas ele não quis. E também o mataram”, contou María Esther Fuertes, viúva de um de seus irmãos.

“Seus parentes não eram de direita e viviam de seus bens e do trabalho. Mas tinha alguém que mandava matar e a quem não matar”, lembra. Sua cunhada, do Instituto Teresiano, recolheu os testemunhos para a beatificação.


terça-feira, 17 de novembro de 2020

Cemitério submarino para os 40 mártires brasileiros

Beato Inácio de Azevedo  e companheiros, Museu Pio XII, Braga, Portugal
Beato Inácio de Azevedo  e companheiros,
Museu Pio XII, Braga, Portugal
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O que foi dos corpos dos 40 mártires brasileiros assassinados por piratas protestantes calvinistas quando viajavam para o Brasil em 1570?

A resposta é surpreendente sobre tudo quando vem da nossa época tão descatolizada. Na ilha em ao local onde foram mortos no arquipélago das ilhas Canárias há uma placa comemorativa da memória deles com o nome de todos.

Mas em 1999 uma iniciativa de mergulhadores colocou no fundo do mar 40 cruzes de pedra no local onde foram jogados os mártires já mortos, agonizantes ou vivos.

O local não é profundo e pode ser visitado por mergulhadores que nadam no chamado “cemitério submarino”. 

Na realidade, seus restos mortais não estão mais ali, mas ficou este tributo de homenagem a esses heróis da fé.

A história que hoje foi coroada com inesperado reconhecimento começou de modo trágico em 15 de julho de 1570.

O corsário francês Jaques Souri a mando do navio de guerra Le Prince interceptou o galeão Santiago, no qual viajavam rumo ao Brasil como missionários os padres jesuítas Ignacio de Azevedo e 39 companheiros, hoje todos canonizados como mártires.

Os piratas franceses apreenderam o navio e assassinaram cruelmente os jesuítas, jogando os corpos dos clérigos ao mar.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

No Oriente mártires adoram a Eucaristia,
a qual é entregue por religiosos à profanação no Ocidente

Crianças do campo de refugiados em Erbil (Iraque) na Missa de Primeira Comunhão. Foto cortesia Diácono Roni Momica
Crianças do campo de refugiados em Erbil (Iraque) na Missa de Primeira Comunhão.
Foto cortesia Diácono Roni Momica
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Dom Francesco Cavina, bispo de Carpi, Itália, visitou o Curdistão iraquiano, no norte de Bagdá.

Ele ficou impressionado com a gratidão dos cristãos pela proteção divina, “sobretudo por terem conservado a fé pela qual estão dispostos a morrer, pois não querem perder o verdadeiro tesouro da vida que é Cristo e a pertencença ao seu Corpo Místico que é a Igreja”, segundo narrou o bispo no seu retorno, informou o jornal italiano “Il Foglio”.

“Os cristãos experimentaram uma profunda sensação de solidão enquanto as milícias jihadistas avançavam. Sentiam-se traídos pelas instituições do governo e, mais dolorosamente ainda, por aqueles que julgavam serem amigos e que não somente os abandonavam, mas os denunciavam” aos fanáticos islâmicos. Após os cristãos abandonarem suas casas, os seguidores de Maomé as invadiram e pilharam todos os seus haveres.