terça-feira, 29 de outubro de 2019

Indulgências na visita aos defuntos
e "Os corpos dos santos repousam em paz"

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Indulgências na visita ao cemitério na Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, ou DIA DE FINADOS (2 de novembro)


Segundo o “Manual das Indulgências – normas e concessões”, Enchiridion Indulgentiarum (3ª ed., maio de 1986). Tradução CNBB. Revisão Edson Gracindo


13.Visita ao cemitério

Ao fiel que visitar devotamente um cemitério e rezar, mesmo em espírito, pelos defuntos, concede-se indulgência aplicável somente às almas do purgatório.

Esta indulgência será plenária, cada dia, de 1 a 8 de novembro; nos outros dias do ano será parcial


Normas sobre as indulgências

1. Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos.

(...)

21. Parágrafo 1. A indulgência plenária só se pode ganhar uma vez ao dia. (...)

23. Parágrafo 1. Para lucrar a indulgência plenária, além da repulsa de todo o afeto a qualquer pecado até venial, requerem-se a execução da obra enriquecida da indulgência [N.R.: neste caso, a visita ao cemitério] e o cumprimento das três condições seguintes:

1 – confissão sacramental,

2 – comunhão eucarística e

3 – oração nas intenções do Sumo Pontífice.

(...)

23 Parágrafo 5. A condição de rezar nas intenções do Sumo Pontífice se cumpre ao se recitar nessas intenções um Pai-nosso e uma Ave-Maria, mas podem os fiéis acrescentar outras orações conforme sua piedade e devoção.


A “escada milagrosa” de São José
é verdadeiramente miraculosa?

A escada inexplicável cuja construção a piedade atribui a a São José
A escada inexplicável
cuja construção a piedade atribui a São José
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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sócio do IPCO,
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Há na cidade de Santa Fé, no Estado do Novo México, EUA, uma capela conhecida como Loretto Chapel.

Nela destaca-se uma bela e despretensiosa escada.

A piedade tradicional atribui a construção a São José.

Mas, quem a fez? Como a fez? Ninguém consegue descifrar o mistério da "escada milagrosa".

A piedosa tradição

Em 1898 a Capela passou por uma reforma. Um novo piso superior foi feito, porém faltava a escada para subir.

As Irmãs consultaram os carpinteiros da região e todos acharam difícil fazer uma escada numa Capela tão pequena.

As religiosas, então, rezaram uma novena a São José para pedir uma solução.

No último dia da novena, apareceu um homem com um jumento e uma caixa de ferramentas. Ele aceitou fazer a escada, porém exigiu que fosse com as portas fechadas.

Meses depois a escada estava construída como queriam as Irmãs. No momento de pagar o serviço, o homem desapareceu sem deixar vestígios.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Alatri: milagre da Hóstia Encarnada ratificou o dogma da Transubstanciação

Restos da Hóstia profanada e restituída duram até hoje
Restos da Hóstia profanada e restituída duram até hoje
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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Em Alatri, Itália, o 13 março de 1228 se comemorou com nota especial o solene ato em que o Papa Inocêncio III, acompanhado pelo IV Concilio Lateranense, proclamou o dogma da Transubstanciação usando, por vez primeira, esse termo especifico e hoje obrigatório.

Naquele ano de 1228, o Papa Gregório IX publicou a Bula “Fraternitatis tuae” (13.3.1228) recolhendo os elementos essenciais do milagre eucarístico acontecido em Alatri.

Esse foi uma confirmação sobrenatural da proclamação do dogma da transubstanciação.

Um milagre que teve um efeito comparável à aparição de Nossa Senhora em Lourdes confirmando o dogma da Imaculada Conceição.

Esta verdade de Fé da transubstanciação ensina que a fórmula da consagração, pronunciada pelo sacerdote celebrante segundo prescreve o Missal, muda eficazmente a substância do pão e do vinho que passam a ser o verdadeiro Corpo e Sangue de Cristo.

Essa definição condenou a heresia de Berengário (filósofo e teólogo de Tours, França) que negava a transubstanciação e foi condenado por diversos Concílios.

No fim, Berengário se arrependeu e morreu reconciliado com a Igreja, mas muitos de seus sequazes continuaram com a heresia causando escândalos, lutas, cismas e desordens.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Na festa de Santa Teresinha:
impressões de um rosto inocente

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A família Martin foi uma das muitas famílias católicas que se inscreveram nas confrarias de oração para atender os pedidos de reparação e penitência feitos por Nossa Senhora em La Salette.

Santa Teresinha do Menino Jesus também fez parte delas.

No inicio de outubro, a festa desta grande santa que quis se fazer “pequena” é ocasião propícia para estas postagens em dias sucessivos.

A personalidade de Santa Teresinha numa fotografia

A esta magnífica fotografia de Santa Teresinha do Menino Jesus falta apenas o relevo, para se dizer que ela está viva.