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terça-feira, 1 de setembro de 2026

Crianças da Amazônia peruana rezam pela beatificação da rainha Isabel a Católica

Padre Ignacio Doñoro junto ao quadro feito por crianças indígenas da Amazonia peruana que rezam pela canonização da rainha Isabel la Católica
Pe.Ignacio Doñoro e o quadro feito por crianças indígenas da Amazônia peruana 
que rezam pela canonização da rainha Isabel la Católica
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A missão Lar Nazaré, fundada pelo Padre Ignacio María Doñoro na Amazônia peruana, longe das teologias revolucionárias igualitárias, é devota da rainha Isabel a Católica.

A rainha pagou com suas joias a viagem de Colombo que deu início à conversão dos índios, sublinhou “Infocatólica”.

O Lar Nazaré tirou mais de 2.500 crianças indígenas da miserável vida na floresta que agradecem com uma oração diária pela canonização da rainha e Serva de Deus. Elas patenteiam como é falso o progressismo que apresenta os silvícolas como contrários à catequização e à Civilização Cristã.

O Pe Doñoro apresentou uma pintura da rainha espanhola à Comissão para a Beatificação de Isabel a Católica como expressão tangível dessa devoção.

A pintura a óleo retrata a monarca em oração, com as mãos juntas, vestida com um manto vermelho e adornada com uma cruz e sua coroa real.

O gesto, nas palavras do próprio missionário, simboliza “uma confissão de gratidão e justiça para com a Mãe da América”.

O Lar Nazaré resgata crianças amazônicas
O Lar Nazaré resgata crianças amazônicas
O religioso foi capelão militar antes de se tornar missionário na selva peruana.

Ele explicou: “Sua devoção à Serva de Deus mostra que a floresta amazônica faz parte de uma grande história na qual Deus está presente”.

No Lar de Nazaré, eles reconhecem Isabel, a Católica, como “um modelo espiritual cuja fé e força demonstram que todas as pessoas, independentemente da raça, possuem a mesma dignidade, especialmente as mais vulneráveis”.

As crianças sentem uma forte conexão com a figura da rainha. Suas orações diárias, nas palavras do missionário, têm o propósito de “unir simbolicamente o clamor das crianças crucificadas para apoiar o trabalho que a Igreja realiza no estudo da santidade da rainha”.

Eles expressam sua gratidão com uma oração que diz: “Aqui está a mulher que, com uma coragem que só os santos possuem, trouxe a fé para nossas famílias, e graças a ela, somos filhos de Deus e da Igreja”.

O Pe. Doñoro com crianças indígenas do Lar Nazaré na Amazônia
O Pe. Doñoro com crianças indígenas do Lar Nazaré na Amazônia
O Pe Doñoro enfatiza que a devoção a Isabel neste canto da Amazônia esta profundamente enraizada na história.

“Em seus escritos e decretos, Isabel insistiu que os povos indígenas fossem tratados com justiça, que não fossem prejudicados, que não fossem escravizados e que sua dignidade como filhos de Deus fosse respeitada”, explica o sacerdote.

É por isso que, quando os filhos da Amazônia ouvem que uma rainha decretou que eles não deveriam ser injustiçados, eles entendem que a presença espanhola na América “não pode ser reduzida à chamada Lenda Negra, mas deve ser entendida como uma empreitada histórica marcada por uma profunda intenção evangelizadora, jurídica e civilizadora, na qual os povos hispano-americanos fizeram parte”.

“Falei com as crianças sobre a Rainha Isabel Católica como um modelo de virtude”, explica o missionário.

Especificamente, ele destacou “sua constância na oração, sua vida de austeridade e penitência e sua maneira de governar”.

“Como um pai que confia à sua família este legado de fé que considera seu maior tesouro, tenho transmitido aos meus filhos a devoção a esta grande santa”, acrescenta.

O que mais toca o coração dessas crianças é ver como uma mulher foi capaz de dizer sim a Deus quando Ele lhe pediu coisas grandiosas e ousadas, sem se contentar com uma fé confortável.

Devoção a Nossa Senhora como deve ser feita na Amazônia
Devoção a Nossa Senhora como deve ser feita na Amazônia
O Lar Nazaré não só resgata crianças da pobreza material, mas também as introduz a uma vida de piedade, à recepção frequente dos sacramentos e à adoração do Santíssimo Sacramento, por meio da qual elas descobrem que são amadas de uma maneira única por Deus.

Essa devoção está enraizada na vontade de consolar o Coração de Cristo, unindo-se desde o canto mais remoto da selva peruana, à causa da canonização da mulher que foi, para esses pequenos, a mãe de sua fé.

Tudo o exemplarmente contrário da mentirosa influência da Teologia da Libertação e do chamado Sínodo da Amazonia.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Amor pela música barroca no Chaco e Amazônia empolga guaranis

Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Nas ruas e igrejas de San Ignacio, na região boliviana de Chiquitania na transição entre o Chaco e a Amazônia, a 200 kms do Brasil, soa um rumoroso desmentido à demagogia comuno-tribalista que eclodiu no Sínodo Pan-amazônico de 2018.

A população toda ela é descendente dos “povos originários” guaranis.

O comuno-tribalismo de missionários adeptos à “teologia da libertação” e ONGs herdeiras do utopismo comunista quereriam jogá-los de volta ao primitivismo precolombino.

Mas o que a população gosta é de Bach, Vivaldi e da música barroca. E a executa com tanta habilidade, bom gosto e paixão que deixou pasmo ao jornalista do “Le Figaro Magazine” de Paris que foi até essa região chaco-amazônica para fazer ampla reportagem. (dezembro de 2019, págs. 67 e ss.)

Félix, de 17 anos, apaixonado pela música barroca, mostrou à jornalista Manon Quérouil-Bruneel, o Stradivarius que ganhou como melhor aluno de orquestra municipal.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Modelo de escola gerida pela PM beneficia Amazônia e Nordeste

Estudantes e professores da rede pública estadual são premiados na 8ª edição das Olimpíadas Brasileiras de Matemática.
Estudantes e professores da rede pública estadual são premiados
na 8ª edição das Olimpíadas Brasileiras de Matemática.



Segundo informou O Globo, de 2011 para 2013, a escola estadual Prof. Waldocke Fricke de Lyra “deu um salto no Ideb. Nos anos iniciais do ensino fundamental, a média passou de 3,3 para 6,1. Nos finais, foi de 3,1 para 5,8. O índice de reprovação, de 15,2% em 2012, foi zerado no ano passado.

“A melhoria no desempenho apareceu também nas Olimpíadas de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Órfã de pai desde os 8 anos e filha de uma motorista de ônibus, Jennyfer da Silva Veloso, de 16 anos, levou o bronze e uma menção honrosa na competição.

“Ela foi aprovada em primeiro lugar no vestibular da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), onde começou a cursar matemática este ano.