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quarta-feira, 30 de maio de 2018

Origem, história e significado da festa de Corpus Christi

No século XIII nasceu um Movimento Eucarístico que deu origem à Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento





Na Idade Média, os homens tinham uma devoção enlevada pela pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Para libertar seu túmulo dos pagãos muçulmanos fizeram cruzadas.

A história da festa de Corpus Christi tem origem nessa devoção.

Pelo fim do século XIII, na Abadia de Cornillon, em Lieja, Bélgica, nasceu um Movimento Eucarístico que deu origem à Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos na elevação na Missa e a própria festa do Corpus Christi.

A abadessa Santa Juliana de Mont Cornillon ardia em desejos de que o Santíssimo Sacramento tivesse uma festa especial.

Ela teve uma visão em que a Igreja aparecia como uma lua cheia com uma mancha negra, sinal da ausência da solenidade.


Santa Juliana comunicou a visão a vários preladosSanta Juliana comunicou a visão a vários prelados. Entre estes estava o futuro Papa Urbano IV.

O bispo Roberto de Lieja, em 1246, instituiu a celebração na diocese. O exemplo se estendeu especialmente por toda a atual Alemanha.

Em 1263, o Papa Urbano IV estava em Orvieto, ao norte de Roma. Numa localidade vizinha, o padre originário da Boemia Pedro de Praga celebrava Missa na Igreja de Santa Cristina em Bolsena.

Um dia, em plena Missa, ao partir a Sagrada Forma, saiu dEla sangue que empapou o corporal.Ele tinha sérias dúvidas sobre a realidade da presença de Cristo na Hóstia consagrada.

Assim que ele completou as palavras da Consagração, o Sangue começou a escorrer da Hóstia Consagrada e correr por suas mãos abaixo, sobre o altar e sobre o linho (corporal). Vendo isto, ele interrompeu a Missa e viajou depressa a Orvieto onde o Papa Urbano IV residia nesse momento.

Ao ouvir a história dele, o Papa o perdoou por ter dúvidas e enviou os representantes a Bolsena, para investigarem. Paroquianos e outras testemunhas confirmaram a história do padre; e a Hóstia e os linhos manchados estavam lá para todos verem.

Este se conserva até hoje na basílica de Orvieto ― construída, aliás, para guardá-lo ― onde pode ser visto e venerado pelos fiéis.

O Santo Padre movido pelo prodígio, e a petição de vários bispos, estendeu a festa do Corpus Christi a toda a Igreja por meio da bula "Transiturus" de 8 setembro do mesmo ano de 1264.

Urbano IV encarregou o ofício e a liturgia das horas a São Boaventura e a Santo Tomás de Aquino.

o corporal ensanguentado está na basílica de Orvieto onde pode é visto e venerado pelos fiéis
Altar com o corporal de Bolsena, na basílica de Orvieto, Itália
Mas quando o Pontífice começou a ler em voz alta o ofício feito por Santo Tomás, São Boaventura, despretensiosamente foi rasgando o seu em pedaços.

As procissões de Corpus Christi se fizeram comuns a partir do século XIV.

Quando os protestantes conceberam a estultice de negar a Presencia Real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Hóstia consagrada, o Concílio de Trento reforçou o costume.

O Concilio de Trento dissipou os ignaros erros contestatários, determinado que fosse celebrado este excelso e venerável sacramento com singular veneração e solenidade; e reverente e honorificamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos.

A contestação reapareceu no século XX, sob rótulo de progressismo, particularmente desconhecedor da Igreja e odiento de tudo quanto o Espírito Santo inspirou à Esposa Mística de Cristo, em especial, durante a Idade Média.

O Concílio de Trento reforçou a devoção eucarística ao Corpo de Cristo, Corpus Christi




segunda-feira, 22 de junho de 2015

Centenas de padres fazem curso para uma
“virada para a decência” na liturgia

Padres de toda Inglaterra vão a Bath para apreender a Missa em latim.
Padres de toda Inglaterra vão a Bath para apreender a Missa em latim.



É uma “virada para a decência” litúrgica. Esta é, ao menos, a explicação que ocorreu a Christine Niles, do blog Church Militant, para explicar o que está acontecendo com centenas de sacerdotes britânicos que se inscrevem num curso pago para apreender a rezar o rito extraordinário da Missa, ou Missa em latim.

O fato foi noticiado pelo jornal da cidade onde é feito o curso: o Bath Chronicle.
Em oito anos, o número dos sacerdotes católicos participantes somaria centenas. E no último ano precisaram se inscrever às presas porque as vagas são rapidamente preenchidas.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Nos EUA, novas gerações de católicos “pegam fogo por Jesus Cristo e sua Igreja”

“Nós somos a geração pela vida”
“Nós somos a geração pela vida”
No “The Washington Post”, um dos jornais líderes do esquerdismo “moderado” dos EUA, Ashley McGuire, editora de www.Altcatholicah.com, descreveu uma descoberta pessoal que a deixou muito pensativa.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Abadia trapista volta ao esplendor dos ritos tradicionais e recupera a vida


O mosteiro trapista de Mariawald, em Eifel, diocese de Aachen, Alemanha, foi o primeiro a retornar ao rito tradicional, ou “extraordinário”.

O fato aconteceu na festa da Apresentação de Nossa Senhora ao Templo, em 21 de novembro.

Tratou-se de um acontecimento único na história da Igreja.

O mosteiro já fora fechado no tempo da Kulturkampf anti-católica do século XIX e pelo nazismo.

Porém tal vez nunca correu tanto perigo quanto no período pós-conciliar, quando após adotar o liturgicismo progressista na moda, viu a disciplina cair em pedaços, os frades apostatarem e as vocações caírem em número assustador.

As negras perspectivas da abadia mudaram agora quando voltaram à antiga disciplina e liturgia com a aprovação da Santa Sé.


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