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terça-feira, 18 de novembro de 2025

EUA e Inglaterra: auge de conversões ao catolicismo

Batismo em Shaftesbury
Batismo em Shaftesbury
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A revista protestante American Reformer apelou a reagir contra a “onda” de conversões ao catolicismo.

Seu editor, Mike Sabo, pôs a “culpa” na retomada da devoção à Eucaristia.

Ele vitupera o “golpe mortal” da Presença Real como motivo decisivo de conversão e chamou a contra-atacar, segundo “Infovaticana”. 

Mas, a escolha de uma “bispa” para chefiar os anglicanos de Inglaterra aumentou as fugas dessa “igreja” oca. Mais de 80% deles, em sua maioria africanos, desertou dessa denominação.

Na própria Inglaterra a sondagem bianual de YouGov revelou que a crença em Deus dos jovens entre 18 e 24 anos quase triplicou subindo do 16% em agosto de 2021 a 45% em janeiro de 2025.

Na faixa etária de 25 a 49 anos o aumento não foi tão grande mas ainda assim respeitável do 21% a 33% no mesmo período.

'Freiras' anglicanas da comunidade da Virgem Maria de Wantage, Oxfordshire, se convertem ao catolicismo
'Freiras' anglicanas da comunidade da Virgem Maria de Wantage, Oxfordshire, 
se convertem ao catolicismo
A assistência a alguma igreja cristã pelo menos uma vez por mês entre 2018 e 2024 teve um aumento de 56% no Reino Unido.

Essas estatísticas publicadas por GB News não diferenciam ente católicos e anglicanos. Porém, a desmoralização referida na seita anglicana, faz supor a observadores perspicazes que os católicos que até agora constituíam uma pequena minoria tenham superado numericamente aos anglicanos. 

É importante destacar que a sangria na seita anglicana em grande volume caiu no agnosticismo, forma de ateísmo e resultado previsível do rebaixamento moral induzido pelo protestantismo.

Ordenação sacerdotal do ex 'arcebispo m Metropolitta' anglicano do Canada Peter Wilkinson
Ordenação sacerdotal do ex 'arcebispo 
metropolita' anglicano do Canada Peter Wilkinson
 
Neste panorama, continua ainda mais incompreensível que os arraiais progressistas vituperem o apostolado católico que atrai anglicanos e evangélicos, ou ainda afirmem que toda religião leva a Deus.

A ordenação de mulheres sacerdotisas ou bispas, as bênçãos para uniões homossexuais, aceitação da ideologia de gênero e serviços especiais para pessoas trans… sob o pretexto de “adaptar-se ao mundo moderno, esvaziaram a concorrência a seus ofícios.

O catolicismo, com todas as suas crises internas, continua sendo um faro para quem busca uma coisa que não muda como a moda.

Por isso, os apelos do referido Sabo não anulam a evidência: quando um protestante estuda com honestidade a história e a doutrina, mais cedo ou mais tarde fica na opção inevitável de desertar da sua denominação, ou escolher a verdade na Igreja católica ainda quando está em crise.

Batismo no exército
Batismo no exército
American Reformer  reconhece que o protestantismo está perdendo a capacidade de atrair ou de projetar alguma credibilidade doutrinária.

A vergonha de Sabo e de quem pensa como ele é de que seus adeptos viram católicos pela devoção à Eucaristia que os fundadores de suas “igrejas” heréticas atacavam outrora com particular ferocidade.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

A benção medieval e os 70 anos de Elizabeth II no trono do Reino Unido

Elizabeth II numa festa da coroação
Elizabeth II numa festa da coroação
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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O governante mais prestigiado do mundo completou 70 anos de reinado com índices de popularidade em volta de 90% no dia 6 de fevereiro [2022]: foi a rainha Elizabeth II ostentando uma coroa que vem desde a Idade Média.

Além de ser a mais antiga monarca reinante da história inglesa teve o casamento mais duradouro e fiel nos séculos de existência da realeza britânica.

Nunca antes tantos espectadores – estimados 300 milhões mundo afora, e até um bilhão pelo casamento de seu filho o príncipe Charles – acompanharam algumas das cerimônias de seu pomposo e equilibrado reinado.

Com mais dois anos, a rainha superará o reinado francês de Luís XIV, apelidado de “Rei Sol” pelo seu prestígio, que ocupou o trono do reino da França e Navarra por 72 anos e 110 dias, desde adolescente em 1643 até seu falecimento em 1715.

E Elisabeth II faz questão de esclarecer que ela não renunciará por idade ou saúde, como infelizmente fizeram outros monarcas em situações como a que ela pode enfrentar.

A rainha tem à sua disposição a mais deslumbrante e simbólica coleção de joias e coroas do mundo que usa para as grandes cerimônias segundo prescreve um cerimonial multissecular.

Mas na vida cotidiana não tem condescendência com a vulgaridade das modas modernas, usando sempre vestidos e chapéus elegantes, roupas desenhadas pelos antigos costureiros da corte real e meticulosamente adequadas a cada ocasião: nada é deixado ao acaso.

Além dos colares e joias que correspondem a uma tão distinta dama em cada ocasião.

Seu vestuário conserva um gosto inabalável há 70 anos obrigando os outros a se apresentarem na altura.

Mas os súditos são sempre recebidos com um sorriso cálido, um aceno amigável que faz explodir de agrado o gáudio popular nas ocasiões públicas, como nas festas de seu aniversário, todo início de junho.

Elisabeth II partilha o bolo dos 70 anos de reinado com uma determinação que pasma a seus mais íntimos
Elisabeth II partilha o bolo dos 70 anos de reinado
com uma determinação que pasma a seus mais íntimos
As celebrações pomposas, incluído o solene desfile militar Trooping the Colour acontecerá como é tradição no dia 2 de junho, mas a rainha para esta ocasião partiu um esplêndido bolo com seus familiares e seus auxiliares e empregados mais íntimos.

Elizabeth, quando ainda só tinha 25 anos e apenas casada, recebeu a dolorosa notícia da morte de seu pai o rei George VI, durante uma visita protocolar no Quênia.

Vigorou como na Idade Média o princípio “O rei morreu, viva o rei!” Neste caso a rainha. A transição é instantânea.

A pomposa cerimonia de coroação aconteceu em 2 de junho de 1953, em grande cerimônia na Abadia de Westminster:

O arcebispo, infelizmente herético, pronunciou a fórmula tradicional: “Elizabeth II, pela graça de Deus, rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e de seus outros Reinos e Territórios, chefe da Commonwealth, defensora da fé” enquanto colocava sobre sua cabeça a maravilhosa coroa real.

A jovem rainha Elizabeth II retorno para o enterro do pai em 1952.
A jovem rainha Elizabeth II retorno para o enterro do pai em 1952.
Emociona ainda ver a foto em preto e branco da delicada rainha descendo a escalinata do avião em Londres enquanto ao pé dela formam fileira todos os ministros vestidos de preto, que ressalvada sua dignidade de função e pessoal, evocam um grupo de urubus apinhados no galho.

Quem teria dito nesse dia que a frágil rainha haveria de se manter sete décadas completas à testa de um vasto leque de países em todos os continentes, num período que viu o colapso do Império Britânico, a Guerra Fria e, mais recentemente, o Brexit e a pandemia do coronavírus!

Ao todo, por protocolo deu o placet a 14 novos primeiros-ministros, chefes executivos de governo, no Palácio de Buckingham, das mais variegadas formações políticas, como Winston Churchill, Margaret Thatcher e o atual Boris Johnson. Todos passaram, subiram e caíram e a rainha ficou impertérrita no trono

Também sofreu dramáticas crises familiares, como as que provocou sua irmã Margaret com casamentos errados e o primeiro divórcio na família real britânica em mais de 400 anos.

Veio depois a grande decepção que se seguiu ao prestigiosíssimo casamento de seu primogênito o príncipe Charles com Lady Diana em 1981 (que morreu num acidente de carro em Paris, já divorciada).

Todos os outros filhos, exceto o mais novo Edward, atualmente alvejado por escândalos, divorciaram-se.

O mais novo de seus netos, o nascido príncipe Harry, renunciou à realeza e vive alimentando escândalos para a mídia ávida deles desde o “casamento” com a atriz americana Meghan Markle.

Elisabeth II não arreda cumprindo seus deveres com dignidade e disciplina
Elisabeth II não arreda cumprindo seus deveres com dignidade e disciplina
Tudo conspirou e segue conspirando contra a rainha Elizabeth, mas ela não arreda cumprindo seus deveres com dignidade e disciplina.

Corajosamente, na sacada do palácio de Buckingham; nas incontáveis sessões ou visitas prescritas pelo protocolo quase todo dia; sentada sozinha no trono réplica do de Santo Eduardo III o Confessor, sob um baldaquino de ouro na Sala dos Lordes, ela sorri para todos e os empolga.

Como se explica isso, sobre tudo considerando os incontáveis governos e regimes que nesses 70 anos foram caindo, por vezes do modo mais calamitoso, no mundo todo, hoje sumidos no esquecimento ou na desgraça popular?

É um charme herdado da Idade Média que atravessou episódios dos mais obscuros da história.

Um charme ao qual a coroa inglesa – que mesmo não sendo católica como na origem, mas protestante anglicana! – impregna as instituições medievais nascidas sob a benção da Igreja Católica, regada com o sangue de santos e mártires, e que nenhuma invenção política humana consegue transmitir.


VÍDEO 70 anos gloriosos perfumados pela Idade Média CLIQUE NA FOTO

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Costumes tradicionais do principezinho George entusiasmam

O príncipe George no Canadá, outubro 2016.
O príncipe George no Canadá, outubro 2016.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O príncipinho George, com pouco mais de três anos fez uma visita oficial triunfal ao Canadá.

A visita fez parte do protocolo da monarquia britânica. Elisabeth II, rainha da Grã-Bretanha, também é rainha do Canadá e o visita periodicamente.

Em virtude de sua idade, ela delegou a missão a seu neto o príncipe William que viajou com sua mulher Kate, duquesa de Cambridge e de seus dois filhos o príncipe George e a princesinha Charlotte.

E a visita fez vibrar de contentamento boa parte do planeta, especialmente pela conduta e a vestimenta do príncipe George.

A criança real compareceu nos atos de Estado usando calcas curtas de veludo, inclusive em dias cujas temperaturas estavam bastante frias.

Sua mãe apelou ao casaco, mas o menino ficou ufano com suas calcas curtas. Por que?

O rosto cheio e saudável de George afastava toda ideia de desinteresse por ele.

O pequeno príncipe jamais foi visto com calças cumpridas. E isso corresponde aos costumes tradicionais que o casal principesco respeita.

O futuro rei deve usar as calças curtas e as meias até o joelho para respeitar a etiqueta em vigor na corte, para os nobres meninos em pequena idade.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Piquenique no 90º aniversario da rainha Elizabeth II: imensa festa familiar

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Além de outras cerimônias oficiais, o 90° aniversário da Rainha Elizabeth II foi comemorado com um grande almoço popular em Londres, segundo noticiou a UOL.

Perto de 10 mil pessoas desafiaram a chuva para participar do real ágape, montado com características de um piquenique na enorme e prestigiosa avenida londrina The Mall, que une o palácio de Buckingham com a Trafalgar Square, no centro da cidade.

O evento foi animado por centenas de músicos, bandas militares e exibições de mais de 600 organizações beneficentes presididas honorificamente pela rainha.

Apesar de a chuva ter jogado contra, só dando trégua no fim do dia, os convidados não desanimaram: usaram casacos impermeáveis, especialmente concebidos pela organização. Foram servidas aproximadamente 33 mil xícaras de chá.

Os netos da rainha – o príncipe William (segundo na sucessão do trono), sua esposa, a duquesa Kate, e o príncipe Harry – também enfrentaram a chuva, indo saudar pessoalmente os participantes e tirar fotos com muitos deles.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Bons modos da rainha abalam a grosseria socialista chinesa

A rainha espantada com a falta de educação dos diplomatas socialistas.
A rainha espantada com a falta de educação dos diplomatas socialistas.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Alguns comentários simples e distintos da rainha Elizabeth II da Inglaterra abalaram Pequim e encheram os jornais.

Em poucas palavras, a soberana foi despretensiosamente dar apoio moral a uma oficial da polícia de Londres que havia sido destratada pela comitiva do presidente chinês Xi Jinping durante sua visita ao Reino Unido em outubro de 2015.

A oficial é Lucy D'Orsi e o encontro aconteceu no tradicional Garden Party que a rainha oferece nos jardins do palácio de Buckingham, a grande residência real na capital britânica, como informou Yahoo! News.

A oficial foi apresentada pelo protocolo na presença de parentes e conhecidos, além das câmaras da BBC.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Reinado recorde de Elizabeth II: grande triunfo da família

Elizabeth II comemorou o reinado cristão mais longo da história com uma festa familiar
Elizabeth II comemorou o reinado cristão mais longo da história
com uma festa familiar



No dia 9 de setembro, Elizabeth II, Rainha da Inglaterra, atingiu a marca do mais longo reinado do mundo cristão, iniciado no dia 6 de fevereiro de 1952 com a súbita morte de seu pai, o rei Jorge VI.

A então princesa herdeira estava em viagem protocolar pela África quando recebeu a dolorosa notícia da morte de seu amado progenitor.

Ficou para a história a lancinante imagem da jovem e delicada princesa descendo sozinha do avião que a depositou em Londres. No pé da escada aguardavam-na o mítico Sir Winston Churchill com todo o ministério vestido de rigoroso preto.

O contraste entre a fragilidade e a delicadeza da nova rainha e a severidade e o ambiente lúgubre dos políticos é impressionante.

Quem diria que aquela princesinha, que se tinha tornado rainha no mesmo instante do falecimento do rei seu pai, haveria de reinar durante mais de 63 anos, sete meses e dois dias, que foi o recorde alcançado por sua tataravó, a rainha Vitória, no século XIX?

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Alunos de Oxford não abrem mão de uniforme académico semelhante ao fraque

Alunos querem o subfusc todos os dias em Oxford
Alunos querem o subfusc todos os dias em Oxford



Tradição é tradição e as novas gerações gostam dela.

Um fato característico aconteceu na Universidade de Oxford, Grã-Bretanha, fundada na Idade Média, onde nas ocasiões importantes os alunos usam obrigatoriamente o academic dress, e no quotidiano o subfusc, semelhante ao fraque.

O jornal dos estudantes The Oxford Student entrevistou os alunos sobre a oportunidade de abolir esse vestígio medieval, adaptado através dos séculos. Sete de cada dez responderam que não querem renunciar ao uniforme escuro tradicional.

Em 2006 um grupo tentou aboli-lo através de um referendo, mas a proposta foi recusada por 81% dos alunos.

Oxford é um laboratório do futuro, da modernidade e do progresso, mas continua sendo um zeloso cultor do antigo bom tom, comentou o jornal de Milão Il Corriere della Sera.

Chegaram o Facebook e o Twitter, e ainda continua chegando toda espécie de coisa moderna. Porém, o uniforme subfusc não é abandonado, seja por nostalgia, orgulho ou alegria.

Quem disse – pergunta  Il Corriere della Sera – que as novas gerações são alérgicas à tradição?

Os estudantes se mostram assim tradicionalistas, responde o jornal. E também revolucionários, porque hoje a tradição com raízes na Idade Média inverte as tendências.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Jornalista da BBC abandona carreira
para se tornar freira de clausura

A jornalista política da BBC Martina Purdy vai ingressar numa ordem religiosa contemplativa
A jornalista política da BBC Martina Purdy
vai ingressar numa ordem religiosa contemplativa
Luis Dufaur


A jornalista política da BBC na Irlanda do Norte, Martina Purdy, uma das mais conhecidas repórteres, vai deixar sua carreira de 25 anos para ingressar numa ordem religiosa contemplativa, noticiou o jornal inglês “The Telegraph”.

Martina anunciou pelo Twitter que escolheu “uma vida completamente diferente” na congregação das Irmãs Adoradoras de Belfast.

Desde 1991 ela cobria a política norte-irlandesa e sua decisão deixou desconcertado o establishment político-midiático do país.

Martina foi à procura de algo muito mais importante: a Adoração Reparadora do Santíssimo Sacramento. “Peço orações – disse ela – ao embarcar nesse caminho com toda humildade, fé e confiança”.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Jovem inglês quebra mito anti-virginidade
e recebe incontáveis apoios

Phin Lyman
Phin Lyman
Os estudantes do Wellington College, na cidade britânica de Berkshire, caíram das nuvens quando Phin Lyman, um de seus colegas, escreveu no ‘The Wellingtonian’, a revista do colégio:

“Estou bastante seguro de que a maioria das pessoas que me conhece sabe que eu sou virgem. A etiqueta que colaram em mim não me preocupou muito. Porém, o fato de eu ter escolhido ativamente ficar virgem deixa pasmo e até incomoda alguns”.

Phin teve a coragem de não ser um “Maria vai com as outras” e questionou os costumes ligeiros e danosos.

As palavras do aluno do Wellington College, que está completando o ciclo escolar numa das escolas privadas mais prestigiosas do país, traspassaram os muros do colégio e ecoaram em toda a Grã-Bretanha, tendo sido reproduzidas no jornal de grande tiragem The Guardian.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O quê explica o entusiasmo que houve pelo nascimento do bebê real inglês?

Primeira foto oficial do pequeno príncipe
Primeira foto oficial do pequeno príncipe
O nascimento do filho do príncipe William e da duquesa de Cambridge Kate Middleton desencadeou uma onda de alegria e simpatia no mundo inteiro.

Passado o primeiro momento, a reflexão sobre o acontecimento provoca surpresos e admirados comentários.

“O porvir da dinastia Windsor está garantido”: a manchete não foi de um jornal sério, mas do tabloide “The Sun”, o qual percebeu que seus leitores, inclusive os republicanos, se regozijavam de forma esmagadora com a feliz notícia para a monarquia.

Sociólogos, peritos e comentaristas ‘progressistas’ queimam os neurônios tentando “explicar a enorme popularidade da família real britânica” – comentou o jornal progressista e socialista francês “Le Monde”.

As pesquisas apontam o príncipe William, o feliz pai, como mais popular do que a rainha, cujo índice de aprovação superou 90% durante o Jubileu de Diamante em 2012. Só 17% dos interrogados se disseram abertamente republicanos, mas muitos deles partilhavam a emoção e o entusiasmo pelo bebê real.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Americanos se perguntam se para eles ter uma família real não seria melhor

A chegada do mais recente principezinho na família inglesa galvanizou os EUA, a ponto de Gail Collins, jornalista do “The New York Times”, escrever que está começando a achar “que uma família real poderia ter certa utilidade nos EUA”.

Gail, que é ostensivamente contrário à monarquia inglesa, fez uma comparação e constatou: “enquanto a Grã-Bretanha aguardava a chegada do mais novo Windsor, em Nova York esperávamos o segundo capítulo do escândalo sexual de Anthony Weiner”, um candidato a prefeito que se teria oferecido sexualmente pela internet.

Gail acha que tanto escândalo político já “deixou de ser uma brincadeira para tornar-se algo triste e deprimente”.

Tampouco as famílias dos presidentes americanos trazem notícias reconfortantes para os cidadãos, escreveu a jornalista.

“O que há nos EUA mais próximo de uma família real é a dos presidentes, e eles costumam ser homens de meia-idade que produzem bem poucos eventos marcantes para a família. E mesmo quando o fazem, a reação do país às vezes é particularmente mal-humorada”.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Mãe inglesa: “Não! Eu vou dar à luz os quatro!” – E todos passam muito bem.

O casal Robbins com os quadrigêmeos
O casal Martin e Emma Robbins, de 39 e 31 anos, respectivamente, residente em Bristol, na Inglaterra, já tinha um filho – Lucas, 3 – quando ficou sabendo que ganharia o segundo, informou o diário “Daily Mail”.

Mas, depois veio nova informação dos médicos do hospital Saint Michael de Bristol: não vinha um, mas quatro, e quadrigêmeos (dois são gêmeos).

quinta-feira, 14 de março de 2013

Mil padres católicos britânicos denunciam retorno às perseguições religiosas como fruto do “casamento” homossexual

Capela St Giles, Cheadle, do arquiteto Pugin. Foto: Pe. Lawrence OP
Capela St Giles Cheadle, do arquiteto Pugin. Foto: Pe. Lawrence OP.

Em uma das maiores cartas conjuntas do gênero, mil sacerdotes católicos britânicos denunciaram que a liberdade de praticar e falar sobre a sua fé será “severamente” limitada, caso seja aprovado o “casamento” homossexual no país.

O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Comuns (deputados) e deverá ser votado pela Câmara dos Lordes (senadores). Os sacerdotes repudiam como “sem sentido” as garantias oferecidas pelo governo do político conservador David Cameron.

Eles comparam a tentativa de redefinir o casamento com o golpe dado pelo rei Henrique VIII, que tirou a Inglaterra do seio da Igreja para poder divorciar-se da rainha Catarina de Aragão.

Henrique VIII deu assim origem à igreja anglicana atual, hoje em fase de desfazimento moral e de organização.

Como muitos católicos não aceitaram o cisma, o mau rei começou repressões que duraram séculos, trouxeram a guerra civil, arruinaram o país e o separaram de Roma.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Mais de 624.800 britânicos assinam petição contra “casamento” sodomítico


Em janeiro deste ano, mais de 624.800 britânicos já haviam assinado uma petição em favor do casamento tradicional. E o número continua crescendo.

Em sentido contrário, na mesma data, um abaixo assinado pelo “casamento igualitário” ou “casamento” homossexual só tinha obtido 64.459 adesões. Uma proporção de quase 10 a 1, observou em seu blog a jornalista Jeanne Smits.

Dessa maneira, está se esfumaçando o falso mito de um consenso social em favor do casamento antinatural.

Porém, na esfera dos políticos, há um descompasso notável com a sociedade que esses mesmos políticos dizem representar. O governo do Partido Conservador tenta passar uma lei corruptora do casamento em nome da igualdade.
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