quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Os estigmas do Padre Pio: holocausto pelos maus eclesiásticos, alguns dos quais o perseguiram





O Padre Pio de Pietrelcina recebeu em 1918 os estigmas de Jesus Crucificado, segundo informou a agência Zenit (22/9/08).

Foi durante uma aparição em que Nosso Senhor o convidou a unir-se à sua Paixão para participar da salvação sobre tudo dos eclesiásticos.

O dado foi esclarecido após a recente abertura dos arquivos do antigo Santo Ofício de 1939 (atual Congregação para a Doutrina da Fé).

De fato, o santo foi muito perseguido por seguidores dos autodenominados “progressistas” fautores da crise que abala a crise da Igreja. Eles abriram processos contra o Padre Pio nessa Congregação.

O fenômeno místico está descrito no livro “Padre Pio sotto inchiesta. L'autobiografia segreta” do sacerdote historiador italiano Francesco Castelli.

Padre PioO testemunho do santo foi recolhido por D. Raffaello Carlo Rossi, bispo de Volterra e Visitador Apostólico enviado pelo Santo Ofício para “inquirir” em secreto o Padre Pio.

O bispo julgou que a origem do fato extraordinário era divina, desmentindo ponto por ponto as hipóteses contrárias espalhadas pelo Pe. Agostino Gemelli. Este desqualificava os estigmas como mero “fruto da sugestão”.

O Padre Pio descreveu assim o acontecido:

“Em 20 de setembro de 1918, depois da celebração da Missa, ao entreter-me para fazer a ação de graças no Coro, em um momento fui assaltado por um grande tremor, depois voltei para a calma e vi Nosso Senhor com a postura de quem está na cruz.

“Não teria me impressionado se tivesse a Cruz, lamentando-se da falta de correspondência dos homens, especialmente dos consagrados a Ele e, por isso, mais favorecidos.

Corpo do Padre Pio na urna de cristal“Assim se manifestava que ele sofria e que desejava associar as almas à sua Paixão.

“Convidava-me a compenetrar-me com suas dores e a meditá-las: ao mesmo tempo , a ocupar-me da saúde dos irmãos. Imediatamente me senti cheio de compaixão pelas dores do Senhor e lhe perguntava o que podia fazer.

“Ouvi esta voz: 'Eu te associo à minha Paixão'. E logo depois, desaparecida a visão, voltei a mim, recobrei a razão e vi estes sinais aqui, dos quais pingava sangue. Antes não tinha nada.”

Corpo do Padre Pio na urna de cristalO Padre Pio relatou que em 7 de abril de 1913, Jesus, com “uma grande expressão de desgosto no rosto”, olhando para uma multidão de sacerdotes, disse-lhe:

“Eu estarei em agonia até o fim do mundo, por causa das almas mais beneficiadas por mim”.

Segundo o bispo Visitador, as feridas do Padre Pio não cicatrizavam.

Permaneciam inexplicavelmente abertas e sangrando, apesar de o frade ter tentado conter o sangue.

Corpo do Padre Pio no relicário de cristal“Isso testifica a favor de sua autenticidade, explica o Pe Castelli, porque o ácido fênico, que segundo alguns teria sido utilizado pelo Padre Pio para produzir as chagas, uma vez aplicado, acaba por consumir os tecidos, inflamando as áreas circundantes.”

“Das chagas se desprendia também um perfume intenso de violeta ao lugar do odor fétido causado pelos processos degenerativos, pelas necroses dos tecidos, ou pela presença de infecções”, completa o relatório.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Jovens católicos argentinos defendem Catedral de agressão de feministas, abortistas e lésbicas

Grande vitória moral obtiveram os jovens católicos argentinos da cidade de Neuquén (norte de Patagônia, capital do estado onde fica Bariloche). Eles vinham defendendo a vida contra as tentativas de impor o aborto no seu país.

Em 17 de agosto de 2008, militantes feministas, abortistas e lésbicas reuniram-se em Neuquén, no XXIII Encontro Nacional de Mulheres. Elas viram de todo o enorme país e de países vizinhos. Nesse domingo elas tentaram avançar por cima da catedral.

Os jovens perceberam que o percurso de uma passeata anunciada não era ingênuo. E decidiram resistir pacificamente rezando o terço nas portas prudentemente fechadas da Catedral. Quando a agressão aconteceu eles estavam lá.

Defesa da Catedral de Neuquén
Assim impediram toda profanação com garbo e coragem cristãos. Os slogans das agitadoras diziam tudo: “tirem seus terços dos nossos ovários”, “mulher que se organiza no passa mais camisas” ou “mulher escuta, une-te à luta”.

Os jovens católicos ficaram absolutamente por cima, malgrado as brutais e soezes provocações, insultos e agressões.

Milhares de pessoas de língua espanhola já viram este clip. Nelas ficou viva a impressão do auxílio sobrenatural que assistiu aos jovens lhes comunicando uma serenidade e uma grandeza de alma acima do habitual.

Também ficou claro para as testemunhas que o demônio existe e age por trás de pessoas de carne e osso, muitas vezes animadoras da “cultura da morte”, ou de certos governos populistas, esquerdistas, da América do Sul.

Veja as cenas dessa resistência que honra o nome católico:



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sábado, 13 de setembro de 2008

Católicos reagem no Tirol contra Museu de arte moderna que exibe crucifixo blasfemo

Bolzano, Luzes de Esperança
O Museu de Arte Moderna de Bolzano, Itália, instalou no seu ingresso uma obra que escarnece a Jesus Cristo.

Crucifixo blasfemo, BolzanoEle é figurado por uma “rã crucificada” de cor verde que segura um caneco de cerveja numa mão pregada na Cruz, um ovo na outra e mostra a língua.

O autor da blasfêmia é o alemão Martin Kippenberger.

Ele diz injuriosamente que a “obra” é uma sátira dos habitantes da região (Alto Adige, ou Tirol do Sul) “beberrões hipócritas, dedicados ao álcool e à blasfêmia, embora se digam católicos”.

A região é das mais católicas e conservadoras da Itália, e seus habitantes estão indignados.

Até os partidos políticos – ô surpresa! ‒ protestaram, o prefeito ameaçou fazer greve de fome e os Schutzen (associações de atiradores do Tirol) [foto] pretendiam sair em passeata.

Schutzen (associações de atiradores do Tirol)Os diretores do museu preferiram cobrir a “obra” com jornais. Poderiam, aliás, aproveitar o invólucro e jogá-la no lugar próprio: o lixo.

É o que desejam inúmeros tiroleses, que adoram Jesus Cristo e repudiam a absurda e blasfema sátira.


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