terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A Coroa do Advento, símbolo do próximo nascimento de Jesus

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Entre os muitos costumes do Natal cujas origens nem muitos sabem, figura a de montar uma coroa de galhos de pinheiro – ou equivalente – ornada com flores, frutas, bolas, fitas, muita imaginação e o mais importante: quatro velas.

Trata-se da “Coroa do Advento”.

A palavra Advento vem do latim adventus e significa “vinda” ou “chegada”.

O período litúrgico do Advento foi instituído pelo Papa São Gregório I Magno para preparar os fiéis para a vinda de Cristo.

O Advento começa quatro domingos antes do Natal e marca o início do ano litúrgico.

No século XVI na Alemanha apareceu o costume de montar a Coroa de Advento para ir marcando os domingos que faltavam até o Natal.

Em cada domingo acendia-se uma das velas, de maneira que quando todas estivessem acessas o Natal era iminente.

Também em muitas famílias ou igrejas se acrescenta no centro uma grande vela branca. Essa quinta vela é acessa na Noite de Natal.

Na Alemanha há muitas variantes em torno da ideia central e tradicionalmente as velas são vermelhas, que é a cor do fogo da graça e da Luz que o Menino Jesus vem trazer ao mundo.

Porém, na Suécia, elas são brancas para evocar a pureza da festa e, na Áustria são roxas, cor litúrgica do Advento, e simbolizam a penitência que nos prepara para bem receber o divino Redentor. Fonte.


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A origem das maravilhosas bolas de Natal

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Aproxima-se o Natal e os olhares de voltam para as bolas natalinas sem que muitos saibam sua maravilhosa origem.

Nos primeiros séculos da árvore de Natal, colocavam-se frutas sobre tudo maçãs vermelhas e bem brilhantes que as crianças comiam na festa de Reis.

Porém em 1847, Hans Greiner, um mestre vidreiro de Lauscha, cidade alemã da Turíngia, quis agradar seus filhos e imitou com vidro as frutas e nozes que pendiam da árvore natalina.

Em 1858, uma grande seca deixou sem maçãs e frutas a região de Vosges e Mosela na França.

Foi então um artesão vidreiro de Meisenthal que fabricou suas maravilhosas bolas. Cfr.: Wikipedia.

As bolas natalinas de vidro alemãs e francesas começaram a conquistar as preferências.

Mas quando a rainha Victoria da Inglaterra manifestou seu entusiasmo pela árvore de Natal cheia de adornos cristalinos todo o mundo quis ter algo semelhante.

Os EUA consumiam fabulosas quantidades das bolas de Lauscha e novos fabricantes e novos materiais apareceram.

Após a II Guerra Mundial, o socialismo soviético, espécie de demônio da feiura anticristã estatizou as fábricas de Lauscha que acabaram fechando.

Com a queda do comunismo, reviveram as antigas tradições e a produção retomou na cidade.

No mundo todo em cada Natal produz-se mais de 100 milhões dessas bolas filhas do sorriso indizível da Civilização Cristã.


sábado, 7 de dezembro de 2013

Imaculada Conceição: a grande confirmação das aparições de Lourdes

O 8 de dezembro é uma das grandes datas do santuário de Lourdes.

É a festa da Imaculada Conceição, que está no cerne da devoção a Nossa Senhora de Lourdes.

Nossa Senhora ali apareceu a 11 de fevereiro de 1858 ― a máxima festa de Lourdes ― para confirmar esse dogma, proclamado solenemente alguns anos antes pelo Bem-aventurado Papa Pio IX, para entusiasmo da Cristandade e humilhação da iniqüidade anti-católica.

Uma procissão excepcional é organizada para as 21:00 horas.

Ninguém falta a ela e o cortejo com velas se põe em marcha, saindo da Gruta sagrada, percorrendo toda a esplanada e culminando ao chegar diante das basílicas.

As Ave-Marias são rezadas nas línguas dos grupos mais numerosos.

Após cada mistério, canta-se o bem conhecido hino Ave, Ave, Ave Maria, cuja letra difere, nas diversas línguas.

Mas na hora do estribilho Ave, Ave, Ave Maria, a multidão estremece erguendo as velas em uníssono.