Mostrando postagens com marcador nobreza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nobreza. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
Harmonioso convívio entre príncipes e povo em Sigmaringen
A pequena cidade alemã de Sigmaringen se aconchega ao majestoso castelo dos Hohenzollern, que se ergue no alto, como descreve simpática reportagem do “Der Spiegel”.
Nela o tempo parece ter parado. Mas não é apenas uma impressão. Os Hohenzollern ‒ família que deu os ex-imperadores da Alemanha ‒ construíram o castelo onde hoje reside a rama católica da família: os Hohenzollern-Sigmaringen.
Os senhores de Sigmaringen perderam o poder político após as jornadas revolucionárias de 1848. Mas, economicamente eles continuam a ter influência, sobre propriedades rurais e sobre o grupo de empresas Hohenzollern.
Nela o tempo parece ter parado. Mas não é apenas uma impressão. Os Hohenzollern ‒ família que deu os ex-imperadores da Alemanha ‒ construíram o castelo onde hoje reside a rama católica da família: os Hohenzollern-Sigmaringen.
Os senhores de Sigmaringen perderam o poder político após as jornadas revolucionárias de 1848. Mas, economicamente eles continuam a ter influência, sobre propriedades rurais e sobre o grupo de empresas Hohenzollern.
Marcadores:
harmonia social,
nobreza
terça-feira, 14 de junho de 2016
A conversão admirável de uma princesa
![]() |
| Ana de Gonzaga de Clèves, princesa palatina (1616-1684) |
Quando se quer descansar de uma forte preocupação ou de um trabalho intelectual muito exaustivo, poucas coisas são tão apropriadas como ler algo da História.
Sobretudo se se trata da vida de uma princesa. O tema agrada, distende, ao mesmo tempo que forma o espírito e o transporta a um patamar mais elevado.
Mesmo porque, tudo quanto diz respeito a uma princesa tem repercussões de algum modo transcendentais. Que a vida de uma princesa passe por um terremoto moral, é causa de grande interesse. E, quem sabe, também de conversões.
* * *
Ana de Gonzaga de Clèves, princesa palatina, nasceu em 1616.(1) Teve importante papel político na França durante a minoridade do Rei Luís XIV.
Ao ficar viúva em 1663, se bem que já tivesse 47 anos de idade, espantou a corte francesa pela licenciosidade de seus costumes e seu pouco caso para com a Religião. Ostentava não crer na Eucaristia nem na Igreja, e zombava da fé. Diz-se que chegou, por ódio, a queimar fragmentos do Santo Lenho.
Marcadores:
catolicismo,
Igreja Católica,
nobreza
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Para nobre, governo que impôs o “casamento” homossexual prolonga o Terror da Revolução Francesa
![]() |
| Pierre-Louis de La Rochefoucauld, duque de Estissac, e sua esposa a duquesa Sabine |
O duque afirma que são muitos os nobres franceses que assumiram essa posição, e que o socialismo ovante do presidente François Hollande os vem reforçando nessa recusa.
“Na Revolução Francesa nós tínhamos que fugir, nos esconder ou sermos mortos”, explica. No dia da Bastilha, há 224 anos, seu antepassado François Alexandre Frédéric de La Rochefoucauld foi interrogado pelo decadente rei Luis XVI se havia uma revolta em Paris.
Marcadores:
'casamento' homossexual,
família,
França,
nobreza,
Revolução Francesa
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Impulso da nobreza à conversão rende copiosos frutos na Coreia do Sul
Na Coreia do Sul, entre 1960 e 2010, a população passou de 23 para 48 milhões. Os católicos cresceram perto de 3% ao ano, perfazem 11% (5,5 milhões) da população, e podem chegar a 20% em 2020, noticiou o site www.chiesa.
Nesse período, os sacerdotes coreanos aumentaram de 250 para 5.000. Cada paróquia realiza anualmente entre 200 e 400 batismos de pessoas convertidas do budismo, a maioria nas cidades.
Marcadores:
catolicismo,
conversão,
Coréia do Sul,
nobreza
domingo, 25 de julho de 2010
Enterro de um príncipe imperial da Áustria
![]() |
| Exéquias da imperatriz Zita, catedral de Viena, 2.4.1989 |
Na cena representada no filme abaixo:
Após as exéquias solenes na catedral de Santo Estevão, Viena, os restos mortais dos augustos governantes da família dos imperadores da Áustria eram levados para a cripta dos capuchinhos no carro fúnebre imperial.
O protocolo a seguir foi observado, conforme à tradição, no funeral da Imperatriz Zita em 1º de abril de 1989:
O Grande Camareiro bate três vezes com uma bengala encastoada de prata na porta da capela do convento dos Capuchinhos, onde fica a cripta imperial.
O padre capuchinho porteiro pergunta:
‒ “Quem é o Sr.?” ou “Quem está aí?”
O Grande Camareiro declina o nome e os títulos do príncipe:
‒ “Eu sou N... Imperador da Áustria, Rei Apostólico da Hungria, Rei da Boêmia, da Dalmácia, da Croácia, da Eslavônia, da Galizia, da Lodomeria, da Ilíria e Rei de Jerusalém, Arquiduque da Áustria, Grã-duque da Toscana e Cracóvia, Duque de Lorena, de Salzburg, de Stiria, de Caríntia, de Carniola e de Bucovina, Grão-príncipe da Transilvânia, Margrave da Moravia, Duque da Alta-Silésia, da Baixa Silésia, de Módena, de Parma, de Piacenza e de Guastalla, de Auschwitz e Zator, de Ticino, de Friuli, de Ragusa e de Zara, Conde-príncipe de Habsburgo e do Tirol, de Kyburg, de Goritz e de Gradisca, Príncipe de Trento e de Brixen, Margrave da Alta e da Baixa Lusacia e de Istria, Conde de Hohenembs, de Feldkirch, de Brigance, de Sonnenberg, Senhor de Trieste, de Cattaro e de Marche, Grande-Voivoda da Sérvia, etc...”
Ouvindo a resposta, o padre porteiro se recusa a abrir dizendo:
‒ “Não conheço”.
O Grande Camareiro bate novamente três vezes na porta e pronuncia o nome do soberano morto respondendo a pergunta do frade “Quem é o Sr.?” ou “Quem está aí?”
‒ “Eu sou N... Sua Majestade o Imperador e o Rei”.
Resposta do religioso:
‒ “Não conheço”.
![]() |
| Cortejo fúnebre da imperatriz Zita, catedral de Viena, 2.4.1989 |
O Grande Camareiro dá mais três batidas.
A pergunta do irmão porteiro é a mesma:
‒ “Quem é o Sr.?”, ou “Quem está aí?”
Desta feita, o Grande Camareiro diz:
‒ “Sou N... um pobre mortal e pecador”.
A resposta final do padre porteiro é:
‒ “Pode entrar”.
As portas da cripta abrem-se e o caixão penetra através de uma dupla fileira de frades capuchinos que o recebem.
Em seguida, na capela é pronunciado o sermão final antes da descida do corpo à cripta.
Uma salva de 21 disparos de canhão ouve-se em Viena enquanto o féretro ingressa para sempre no sagrado panteão imperial.
Video: Enterro de um príncipe imperial da Áustria
Se seu email não visualiza corretamente o vídeo embaixo CLIQUE AQUIUma nota tônica da boa ordem católica ‒ felizmente desenvolvida na Civilização Cristã ‒ é a harmonia e a proporção nas desigualdades geradas pela natureza humana e pela História.
Neste episodio mínimo do cerimonial de enterro de um imperador, imperatriz, arquiduque ou arquiduquesa da Áustria os extremos se tocam com uma harmonia e até uma poesia pungente: a glória do mais alto governante da Cristandade e a condição de ser humano pecador, própria a toda a descendência de Eva.
Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de "Luzes de Esperança" em meu email
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Na Espanha exemplar e caridosa “opção preferencial pelos nobres”
O governo espanhol aprovou a fundação “Marquesa de Balboa Anciãos Solitários Venidos a Menos”, noticiou o diário “El País”
Ela visa “atender e cuidar a pobres vergonzantes e anciãos solitários venidos a menos, preferentemente às pessoas que tiveram uma boa posição, com preferência a condição social que teve a extinta Exma Sra. Marquesa de Balboa, que precisam de ajuda e não se atrevem a solicitá-la ou não o conseguem”.
A direção da Fundação cabe à Leticia de Borbón de Rojas, Condesa de Torrellano, e a Oliva de Borbón y Rueda, Marquesa de Villamantilla de Perales.
A iniciativa atende modelarmente à “opção preferencial pelos nobres” simétrica e complementar à “opção preferencial pelos pobres” estimuladas pela caridade católica, como mostrou o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira no livro “Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana”.
Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de "Luzes de Esperança" em meu email
Ela visa “atender e cuidar a pobres vergonzantes e anciãos solitários venidos a menos, preferentemente às pessoas que tiveram uma boa posição, com preferência a condição social que teve a extinta Exma Sra. Marquesa de Balboa, que precisam de ajuda e não se atrevem a solicitá-la ou não o conseguem”.
A direção da Fundação cabe à Leticia de Borbón de Rojas, Condesa de Torrellano, e a Oliva de Borbón y Rueda, Marquesa de Villamantilla de Perales.
A iniciativa atende modelarmente à “opção preferencial pelos nobres” simétrica e complementar à “opção preferencial pelos pobres” estimuladas pela caridade católica, como mostrou o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira no livro “Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana”.
Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de "Luzes de Esperança" em meu email
Marcadores:
nobreza
Assinar:
Postagens (Atom)
Nossa Senhora


















