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terça-feira, 24 de setembro de 2019

A serena onipotência de Maria Auxiliadora

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Esta imagem de Maria Auxiliadora transmite uma serenidade interior toda ela decorrente da temperança.

A temperança é a virtude cardeal pela qual se tem por cada coisa o grau de apego ou o grau de repúdio proporcional.

De maneira que se é inteiramente adequado e proporcional a todas as circunstâncias e situações.

Nunca se quer nada exageradamente, ou menos do que merece; nunca se detesta algo exageradamente ou menos do que merece.

A inteira execração das coisas execráveis é ditada pela virtude da temperança.

A serenidade de alma decorrente da temperança reluz muito nesta imagem.

Mas, discretamente.

Ela é tão calma, senhora de si, pronta a tomar atitude diante de qualquer coisa; tão desapegada de si que é um símbolo do equilíbrio dado pela virtude da temperança.

Por isso mesmo tem algo de virginal.