“É melhor morrer do que nos perverter” – afirmaram corajosamente, em entrevista ao jornal italiano
“Corriere della Sera” –, os católicos que iraquianos que fugiram das milícias islâmicas.
A despeito de idílicas crenças e ilusões “ecumênicas”, a pérfida religião de Alá está massacrando com crueldade cristãos, além de muçulmanos considerados não suficientemente fiéis.
Os católicos, porém, manifestam uma coragem que só pode vir do Céu e que intimida os sanguinários seguidores do Corão.
Os católicos iraquianos têm em conta de “traidor” aquele que, para salvar a vida, ou propriedade e o dinheiro, pronuncia a “Shahada”, que é a declaração de conversão ao Islã.
O jornal “Corriere della Sera”, laicista e dialogante face ao islamismo, reconhece que
os católicos iraquianos “demostram uma fé e uma determinação de permanecerem fiéis que, para nós europeus, pode parecer coisa do passado, uma rememoração de tempos antigos”.