O resultado não vem modificar substancialmente o que já se conhecia através de muitas outras pesquisas de opinião.
Sua importância deriva de a CNN ser um dos grandes abandeirados do abortismo na “guerra das pesquisas”, mas com este seu reconhecimento ela “jogou a toalha”: não há mais como dizer que o povo quer mais massacre de inocentes.
A pergunta foi: “Você acha que o aborto deve ser legal em qualquer circunstância, legal apenas em certas circunstancias, ou ilegal em todas as circunstâncias?”.
Perto de 62% responderam que ilegal em todos os casos ou legal só em certos casos. Só 35% aprovaram o aborto em qualquer caso.

Na resposta, 52% assumiram que o aborto sempre deveria ser ilegal (15%) ou na maioria dos casos (37%). 44% adotaram o ponto de vista de que o aborto deveria ser sempre legal (35%) ou na maioria dos casos (9%).
A maioria mantém as raras exceções previstas pela lei. Mas 99% dos consultados recusaram a ampliação dos casos quando, como pretendem os anti-vida, há razoes de conveniências sociais da mãe, ou quando o único argumento é a limitação dos nascimentos sem maior desculpa.
A sondagem entrevistou 1.055 adultos e foi efetivada nos dias 22 e 23 de agosto 2012 pela ORC International para a CNN. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.
E julgo que não pode haver uma pessoa normal que defenda a morte de crianças no útero da Mãe. Até admito que, em determinadas circunstâncias, especialmente, em certos ambientes, que uma pessoa diga que é a favor do aborto, mas no fundo não o né.
ResponderExcluirPode pensar dessa forma a "ilustre"comissão que propõe alterações ao Código Penal. mas eles não são "pessoas normais". Pode pensar assim o presidente do Senado, mas ele também não é uma "pessoa normal". Imagine só que há uma lei chamada "Ficha Limpa" que as pessoas endeusam, mas o Sarney, o mais corrupto dos corruptos, continua 100% elegível.
O problema que se está a pôr é que se os políticos não aprovam o aborto, a justiça o aprova. E se o povo recusa o aborto e altera a lei, proibindo-o, a justiça repõe-o. Como aconteceu na Califórnia.
Mas não podemos parar de lutar.Se lutarmos, venceremos; se pararmos, morremos.