terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A origem das maravilhosas bolas de Natal

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Aproxima-se o Natal e os olhares de voltam para as bolas natalinas sem que muitos saibam sua maravilhosa origem.

Nos primeiros séculos da árvore de Natal, colocavam-se frutas sobre tudo maçãs vermelhas e bem brilhantes que as crianças comiam na festa de Reis.

Porém em 1847, Hans Greiner, um mestre vidreiro de Lauscha, cidade alemã da Turíngia, quis agradar seus filhos e imitou com vidro as frutas e nozes que pendiam da árvore natalina.

Em 1858, uma grande seca deixou sem maçãs e frutas a região de Vosges e Mosela na França.

Foi então um artesão vidreiro de Meisenthal que fabricou suas maravilhosas bolas. Cfr.: Wikipedia.

As bolas natalinas de vidro alemãs e francesas começaram a conquistar as preferências.

Mas quando a rainha Victoria da Inglaterra manifestou seu entusiasmo pela árvore de Natal cheia de adornos cristalinos todo o mundo quis ter algo semelhante.

Os EUA consumiam fabulosas quantidades das bolas de Lauscha e novos fabricantes e novos materiais apareceram.

Após a II Guerra Mundial, o socialismo soviético, espécie de demônio da feiura anticristã estatizou as fábricas de Lauscha que acabaram fechando.

Com a queda do comunismo, reviveram as antigas tradições e a produção retomou na cidade.

No mundo todo em cada Natal produz-se mais de 100 milhões dessas bolas filhas do sorriso indizível da Civilização Cristã.


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