quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Uma grande razão para rezarmos pelas almas dos falecidos: o Purgatório

Pensando no bem que podem ganhar nesta data religiosa as almas dos fiéis defuntos -- ente as quais pode haver parentes ou amigos nossos -- reproduzimos a continuação o post Museu das almas do Purgatório 1: uma janela para o além que merece ser mais estudada com estimulante matéria a respeito para rezarmos por essas almas.


Fachada da igreja do Sagrado Coração do Sufrágio

Indo à Basílica de São Pedro pelo Lungotevere – a avenida que bordeja o histórico rio Tibre – o romeiro é surpreso por uma bonita igreja que tem o imponderável de conter algo muito singular.

Não é só o fato de seu estilo neogótico evocar a França e destoar do distendido conjunto arquitetônico romano.

Luminosa, delicada, esguia, sorridente, mas infelizmente fechada boa parte do dia, a igreja do Sagrado Coração do Sufrágio fica a dois quarteirões de Castel Sant’Angelo e da Via dela Conciliazione, que leva direto ao Vaticano.

VER EM GOOGLE MAPS

Perguntei a amigos romanos o que havia nessa igrejinha.

Eles me explicaram – não sem antes me prevenirem de não me espantar – que lá havia um Museu das Almas do Purgatório.

Quer dizer, uma coleção de sinais do além deixados por essas almas, que na maioria das vezes apareceram ardendo internamente a parentes ou irmãos de religião.

Sempre pedindo orações para saírem do Purgatório, onde pagavam penas devidas a seus pecados e irem para o Céu.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Monges trapistas fazem a melhor cerveja do mundo

30 garrafas de Westvleteren XII com seus copos
e a caixa (no fundo) para presente
A cerveja Westvleteren XII, produzida na Abadia de São Sixto de Westvleteren (Bélgica), há anos vem sendo eleita a melhor do mundo por milhares de especialistas.

Em conseqüência, os pedidos dessa bebida se multiplicaram, a cerveja se esgotou e muitos clientes exigiram aumento de produção.

A abadia, contudo, não pretende elevar a produção. “Para nós, a vida na abadia vem primeiro, não a cervejaria” — explicou o monge Mark Bode ao jornal "De Morgen".

Na abadia, cerca de 30 monges trapistas levam uma vida de reclusão, orações e trabalho manual.

Neste ano (2013) a cerveja Westvleteren XII voltou a ser apontada como “a melhor cerveja do mundo” (“Best Beer in the World”). Confira no site Ratebeer.

A imprensa especializada se pergunta como isso pode ser possível, superando em qualidade os maiores holdings e empresas de cerveja do mundo.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O gênio artístico da Itália: riqueza e diversidade


O espírito italiano comporta duas facetas:

Uma consiste em imaginar um mundo como poderia ser. É o mundo dos sonhos.

Outra faceta se volta para a realidade concreta, dentro da qual os italianos ingressam com muito senso.

O senso da arte e o senso do comércio formam na Bella Peninsola uma composição em que não se sabe bem qual é o vencedor.

Depois de ter dado uma tacada na indústria, o peninsular cantarola.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

S.S. Pio XII viu o “milagre do sol” quatro vezes no Vaticano


O “milagre do sol” tal como aconteceu em Fátima diante de 40.000 pessoas repetiu-se quatro vezes diante do olhar de S.S. Pio XII no Vaticano.

Segundo informou o vaticanista Andrea Tornielli, citado pela agência Zenit, o fato ficou consignado num bilhete manuscrito do próprio Papa que foi exposto na amostra “Pio XII: o homem e o Pontificado”, na Santa Sé.

O bilhete foi achado nos arquivos da família do Pontífice.

“Eu vi o ‘milagre do sol’, esta é a pura verdade”, escreveu ele.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Megan Hodder, a moça ateia inglesa que caiu de joelhos diante do catolicismo

Megan Hodder
Megan Hodder
Megan Hodder era uma moça padrão. Segundo ela, “a religião era irrelevante na minha vida pessoal”.

Devorava livros de ateus e evolucionistas como Dawkins, Harris e Hitchens, “cujas ideias eram tão parecidas com as minhas que eu empurrava quaisquer dúvidas para o fundo da minha mente”, informa reportagem do jornal “The Catholic Herald”.

Mas ficando um pouco mais culta percebeu que precisava sair da bobice, e começou então a pesquisar as ideias daqueles que ela achava serem os piores inimigos da razão: os católicos. “Foi aqui, ironicamente, que os problemas começaram”.

Quais problemas?

“Eu fiquei colocada diante de um Deus que é o parâmetro de bondade e verdade objetiva e para o qual nossa razão se dirige e no qual ela se completa. Uma entidade que é a fonte de nossa percepção moral, que requer desenvolvimento e formação por meio do exercício consciente do livre arbítrio”.

E iniciou-se nela um debate interno.