segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tradição, requinte e perfeição: fórmula do sucesso tranqüilo da Patek Philippe

As guerras e os desabamentos econômicos não abalaram a tradicional casa suíça de relógios de luxo Patek Philippe. A casa não entrou na ciranda da globalização, das fusões e aquisições visando uma expansão ilimitada.

A Patek Philippe foi fundada em 1839 e ficou estritamente familiar. Hoje tem tantos clientes que não consegue atende-los, mas não pretende mudar.



A produção é de 42 mil relógios por ano. Cada um deles leva, em média, nove meses para ser concluído. Os preços são dos mais altos, mas os compradores querem uma marca tradicional e um objeto que passe de pai para filho como um símbolo da continuidade familiar.

No Brasil, todos os exemplares são vendidos cada ano.

A altíssima qualidade, a sobriedade e bom gosto dos relógios transforma-os, além do mais, em peças de coleção revendidas em leilões a preços milionários.

São objetos propriedade de uma família que se transmitem por tradição de geração em geração.

É um fruto do requinte e da perfeição desenvolvidos na Europa sob o bafejo da Civilização Cristã.


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