segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Na segunda aparição Nossa Senhora deu a Medalha Milagrosa


(Continuação do post anterior)

Rue du Bac, Capela das Aparições


Quatro meses depois da primeira aparição, aconteceu a segunda. Santa Catarina narrou-a assim:

“No dia 27 de novembro de 1830.... vi a Santíssima Virgem, de estatura média, estava de pé, trajando um vestido de seda branco-aurora feito à maneira que se chama à la Vierge, afogado, mangas lisas, com um véu branco que Lhe cobria a cabeça e descia de cada lado até em baixo. Sob o véu, vi os cabelos lisos repartidos ao meio e por cima uma renda de mais ou menos três centímetros de altura, sem franzido, isto é, apoiada ligeiramente sobre os cabelos.

“O rosto bastante descoberto, os pés apoiados sobre meia esfera, tendo nas mãos uma esfera de ouro, que representava o Globo. Ela tinha as mãos elevadas à altura do estômago de uma maneira muito natural, e os olhos elevados para o Céu... Aqui seu rosto era magnificamente belo. Eu não saberia descrevê-lo...


“E depois, de repente, percebi nesses dedos anéis revestidos de pedras, umas mais belas que as outras, umas maiores e outras menores, que lançavam raios cada qual mais belo que os outros. Partiam das pedras maiores os mais belos raios, sempre alargando para baixo, o que enchia toda a parte de baixo. Eu não via mais os seus pés... Nesse momento em que estava a contemplá-La, a Santíssima Virgem baixou os olhos, fitando-me. Uma Voz se fez ouvir, dizendo-me estas palavras:

“A esfera que vedes representa o mundo inteiro, particularmente a França... e cada pessoa em particular...

“Aqui eu não sei exprimir o que senti e o que vi, a beleza e o fulgor, os raios tão belos...

“’É o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que mas pedem’, fazendo-me compreender quanto é agradável rezar à Santíssima Virgem e quanto Ela é generosa para com as pessoas que a Ela rezam, quantas graças concede às pessoas que Lhas rogam, que alegria Ela sente concedendo-as...


“Nesse momento formou-se um quadro em torno da Santíssima Virgem, um pouco oval, onde havia no alto estas palavras: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós’, escritas em letras de ouro ... Então, uma voz se fez ouvir, que me disse:

‘Fazei, fazei cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança...’

“Nesse instante, o quadro me pareceu se voltar, onde vi o reverso da medalha. Preocupada em saber o que era preciso pôr do lado reverso da medalha, após muitas orações, um dia, na meditação, pareceu-me ouvir uma voz que me dizia: ‘O M e os dois Corações dizem o suficiente’”.

Medalha Milagrosa: primeiros prodígios

Não foi fácil fazer a Medalha. Santa Catarina sofreu muitas resistências e oposições. “Nossa Senhora quer..., Nossa Senhora está descontente..., é preciso cunhar a medalha”, insistia ela.

Por fim, em 1832 foram encomendadas as primeiras 20.000 medalhas. No mesmo ano começaram a fazer milagres durante uma epidemia de cólera havida na França, em 1832.

Promessas e perspectivas

Santa Catarina Labouré partiu para o Céu em 31 de dezembro de 1876. Naquela data a Medalha Milagrosa já girava pelo mundo todo, com um extraordinário cortejo de milagres e graças para os que a portavam com devoção.

As aparições da Medalha Milagrosa, as de La Salette, Lourdes e Fátima, abriram uma esplêndida perspectiva marial para o futuro, malgrado os horrores em meio aos quais presentemente nos encontramos.

“Para além da tristeza e das punições supremamente prováveis para as quais caminhamos, temos diante de nós os clarões sacrais da aurora do Reino de Maria: ‘Por fim o meu Imaculado Coração triunfará’. É uma perspectiva grandiosa de universal vitória do Coração régio e maternal da Santíssima Virgem. É uma promessa apaziguadora, atraente e sobretudo majestosa e empolgante” (Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, “Catolicismo”, maio de 1967).

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Medalha Milagrosa: em 1830 Nossa Senhora deu um sinal eficaz de sua ajuda


Santa Catarina Labouré, no dia 21 de abril de 1830, transpôs os umbrais do noviciado das Filhas da Caridade, na Rue du Bac, em Paris.

Ela chegou, sem sabé-lo, conduzida pela mão de São Vicente de Paula.

Primeira aparição: Nossa Senhora mostra que o mundo caminha para um desastre

Na noite anterior ao dia da festa de São Vicente, 19 de julho, Catarina ouviu uma voz que a acordava. Assim contou ela:

“Enfim, às onze e meia da noite, ouvi que me chamavam pelo nome: ‘Minha irmã! Minha irmã!’ Acordando, corro a cortina e vejo um menino de quatro a cinco anos vestido de branco que me diz: ‘Vinde à Capela; a Santíssima Virgem vos espera’.


“Vesti-me depressa e me dirigi para o lado do menino que permanecera de pé. Eu o segui, sempre à minha esquerda. Por todos os lugares onde passávamos, as luzes estavam acesas, o que me espantava muito.

Santa Catarina Labouré aos pés de Nossa Senhora

“Porém, muito mais surpresa fiquei quando entrei na Capela: a porta se abriu mal o menino a tocou com a ponta do dedo. E minha surpresa foi ainda mais completa quando vi todas as velas e castiçais acesos, o que me recordava a missa de meia-noite ....

“Por fim, chegou a hora. O menino mo preveniu: ‘Eis a Santíssima Virgem: ei-La’.

“Eu ouvi como um frufru de vestido de seda, que vinha do lado da tribuna, perto do quadro de São José, e que pousava sobre os degraus do altar, do lado do Evangelho, sobre uma cadeira igual à de Sant'Ana ...

“Nesse momento, olhando para a Santíssima Virgem, dei um salto para junto dEla, pondo-me de joelhos sobre os degraus do altar e com as mãos apoiadas sobre os joelhos da Santíssima Virgem...


Altar da apariçao e poltrona onde Nossa Senhora sentou

“Ali se passou o momento mais doce de minha vida. Ser-me-ia impossível exprimir tudo o que senti. Ela disse: .... ‘Minha filha, o bom Deus quer encarregar-vos de uma missão. Tereis muito que sofrer, mas superareis estes sofrimentos pensando que o fareis para a glória do bom Deus ... Sereis contraditada, mas tereis a graça; não temais … Sereis inspirada em vossas orações...

“Os tempos são muito maus, calamidades virão precipitar-se sobre a França. O trono será derrubado. O mundo inteiro será transtornado por males de toda ordem. (Ao dizer isto, a Santíssima Virgem tinha um ar muito penalizado).

“Mas vinde ao pé deste altar: aí as graças serão derramadas... sobre todas as pessoas, grandes pequenas, particularmente sobre aquelas que as pedirem... O perigo será grande, entretanto não temais, o bom Deus e São Vicente protegerão a comunidade’”.

“Minha filha, eu gosto de derramar graças sobre a comunidade em particular. Eu a aprecio muito. Sofro porque há grandes abusos na regularidade. As Regras não são observadas. Há grande relaxamento nas duas comunidades.

“Dizei-o àquele que está encarregado de uma maneira particular da comunidade. Ele deve fazer tudo o que lhe for possível para repor a regra em vigor. Dizei-lhe, de minha parte, que vigie sobre as más leituras, as perdas de tempo e as visitas...


Corpo de Santa Catarina Labouré na Capela da rue du Bac, Paris

“Conhecereis minha visita e a proteção de Deus e de São Vicente sobre as duas comunidades. Mas não se dará o mesmo com outras congregações.

“Haverá vítimas (ao dizer isto, a Santíssima Virgem tinha lágrimas nos olhos). Para o Clero de Paris haverá vítimas: Monsenhor, o Arcebispo (a esta palavra, lágrimas de novo).

“Minha filha, a Cruz será desprezada e derrubada por terra. O sangue correrá. Abrir-se-á de novo o lado de Nosso Senhor. As ruas estarão cheias de sangue.

“Monsenhor, o Arcebispo será despojado de suas vestes (aqui Santíssima Virgem não podia mais falar o sofrimento estava estampado em sua face). Minha filha – me dizia ela – o mundo todo estará na tristeza. A estas palavras, pensei quando isto se daria. Eu compreendi muito bem: quarenta anos”.

(Continua no próximo post)

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Tradição, alta qualidade e bom gosto fazem Hermès atravessar a crise


Uma empresa de luxo está passando galhardamente as turbulências da crise econômica.

Trata-se de Hermès, casa fundada há 172 anos pela família de artesões que hoje a dirige.

Embora, ela tenha lucrado menos nos dias difíceis, ela resolveu manter a tradição de artesanato de alta qualidade.

A casa Hermès começou produzindo selas e ampliou seus produtos para objetos de couro e seda.

Ela própria forma seus artesões. Ela tinha 300 artesãos em 1989, agora são 2 mil, e a demanda é tão grande que os clientes podem ter que esperar dois anos.

Os preços são elevados, porém “se as pessoas compram uma bolsa Hermès, elas sabem que durará 40 anos”, explica o administrador Patrick Thomas.

É uma conseqüência da qualidade artesanal, do bom gosto e da tradição impressa em modelos perenes.

O sucesso fez as ações serem negociadas a preços astronômicos, mas “a família não está cogitando vender”.

A tradição não tem preço.

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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Católicos defendem o Crucifixo nas escolas da Itália

O catolicidade do povo italiano está reagindo de um modo admirável à uma sentença anticristã do Tribunal Europeu de Direitos Humanos que proíbe os crucifixos nas salas de aula.

O Tribunal pretextou que a presença de Jesus Crucificado constitui “violação da liberdade dos pais a educar seus filhos segundo suas convicções” e uma “violação da liberdade religiosas dos alunos”.

A iníqua decisão é inteiramente acorde com o espírito e as finalidades do processo de unificação européia.

Nesse processo, a União Européia (UE) é a organização mais conhecida, e vem escondendo seu rosto anti-cristão e anti-europeu com artifícios verbais, textos legais obscuros e agindo de costas aos povos europeus.

Mas a católica Itália, desta vez, não se deixou ludibriar.

Por exemplo, o prefeito de San Remo, Maurizio Zoccarato, colocou uma cruz de dois metros no prédio da prefeitura e convidou todos os diretores de escolas a afixarem cruzes nas salas de aula. A cidade de San Remo encontra-se no extremo noroeste da Itália.

Na cidade de Busto Arsizio, perto de Milão, a administração municipal hasteou a meio mastro as bandeiras da União Européia em frente aos prédios oficiais.

Teatro Bellini de Catania, na Sicília com a cruz



Um enorme crucifixo foi instalado diante da fachada do Teatro Bellini de Catania, na Sicília. A decisão foi do superintendente do Teatro Antonio Fiumefreddo. Ele declarou: “fique claro que nós não pretendemos esconder nossa Fé nem tirá-la dos muros, pelo contrário queremos nos mostrar orgulhosos dela”.

A iniciativa, entretanto, foi criticada pelo vice-pároco da igreja de São Pedro e São Paulo de Catania, Pe Salvatore Resca, um dos poucos que aderiu à campanha contra Cristo, tal vez em nome de uma mal-entendida modernidade "ecumênica". O sacerdote foi aplaudido pela União dos ateus e agnósticos racionalistas.

Inúmeras comunidades italianas encomendaram novas cruzes para suas escolas.

A cidade de Sassuolo, província de Modena no norte da Itália, encomendou cinqüenta novos crucifixos. Eles deverão ser pendurados em todas as salas de aula em que ainda não houver algum.

O Ministro da Defesa Ignazio La Russa abordou o tema da defesa nacional espiritual em uma discussão de TV: “Todas as cruzes devem permanecer penduradas, e os opositores da cruz que morram, juntamente com essas instituições aparentemente internacionais!”

A comunidade Montegrotto Terme com 10.000 habitantes – onze quilômetros a sudoeste de Pádua – anuncia em placas de néon: “Noi non lo togliamo” – “Nós não o tiramos”.

O prefeito da cidade de Treviso, noroeste da Itália, resumiu a situação muito bem: “Encontramo-nos no reino da demência, essa é uma decisão, que clama por vingança. O tribunal deve processar a si mesmo pelo crime que cometeu!”

O prefeito de Assis sugeriu que além dos crucifixos fossem colocados também presépios nas salas de aula. A piedosa prática do presépio foi concebida por São Francisco de Assis na Idade Média e agora está se aproximando a época de Natal.

O prefeito da cidade de Trieste esclareceu que tudo permaneceria do jeito que está.

A Câmara de Comércio de Roma ‒ Confcommercio, pediu que as lojas pendurassem crucifixos.

Na comunidade Abano Terme – onde mora a ateísta militante finlandesa que reclamou do crucifixo – houve protestos em frente das escolas a favor da Cruz de Cristo.

Segundo a União dos ateus e agnósticos racionalistas ‒ que obviamente rejubila com a proibição anticristã ‒ Massimo Bitonci, prefeito de Cittadella aconselhou ao prefeito de Abano Terme revogar a licencia de residência da família Albertin, e advertiu que “se estas pessoas tivessem que passar por Cittadella poderiam encontrar suas fotos coladas nas paredes com o dizer “Wanted”.

O prefeito de Galzignano Terme na província de Pádua, Riccardo Roman, ordenou colocação imediata de cruzes em todos os edifícios públicos – não somente escolas, mas também na Prefeitura e museus.

Dentro de duas semanas a polícia irá conferir se a ordem foi obedecida, caso contrário haverá uma multa de 500 Euros.

O Prefeito Maurizio Bizzarri da comunidade de Scarlino no sul da Toscana impôs uma multa de 500 €uros para aqueles que retirem uma cruz dos prédios públicos.

Na cidade de Trapani, no extremo oeste da Sicília, o presidente e o assessor do governo da província encomendaram 72 cruzes com recursos próprios.

Na cidade de Nápoles uma pichação dizia: “Se V. arrancar a cruz, eu arranco a tua mão!”


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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Harmonioso convívio entre príncipes e povo em Sigmaringen


A pequena cidade alemã de Sigmaringen se aconchega ao majestoso castelo dos Hohenzollern, que se ergue no alto, como descreve simpática reportagem do “Der Spiegel”.

Nela o tempo parece ter parado. Mas não é apenas uma impressão. Os Hohenzollern ‒ família que deu os ex-imperadores da Alemanha ‒ construíram o castelo onde hoje reside a rama católica da família: os Hohenzollern-Sigmaringen.

Os senhores de Sigmaringen perderam o poder político após as jornadas revolucionárias de 1848. Mas, economicamente eles continuam a ter influência, sobre propriedades rurais e sobre o grupo de empresas Hohenzollern.


Os cerca de 17.000 habitantes se dirigirem ao “seu” Príncipe com o título de “Príncipe” ou “Alteza Sereníssima” num ambiente de cortesia e respeito mútuo.

Sem a casa principesca quase nada anda no lugar, situado na margem sul das colinas da Suábia. “O Príncipe é como uma figura de pai”, diz o engenheiro de têxteis, 72, Manfred Niederdraeing.

Manfred foi influenciado por certas restrições contra os nobres, porém diz que “eles têm uma enorme vantagem: eles pensam em gerações, e não em períodos de eleições”.

Os felizes habitantes de Sigmaringen compartilham a idéia de que os políticos vão e voltam, mas que os príncipes permanecem.

Mais ainda, eles sabem que os nobres há séculos ligados à cidade se sentem responsáveis por cada habitante.


“Quando suas empresas vão mal, o velho Príncipe prefere vender parte de suas terras no Canadá para manter seus empregados”, explica Manfred.

Ninguém na região critica a Casa de Hohenzollern. “Não se pode conceber Sigmaringen sem Príncipe, ele simplesmente pertence a ela”, declara Ute Korn-Amann, jornalista local do Schäbischen Zeitung.

Na hora em que os políticos de todas as tendências decepcionam, no fundo de muitas cabeças se põe o problema se a esperança passa pela recomposição do papel social e político da nobreza.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O exemplo edificante dos católicos do Sudão crucificados por fidelidade à Igreja

Ainda que possam ser hostilizados por todos os lados, os católicos tem o auxílio especial da graça que os anima na fidelidade e os convida a serem cada vez mais fervorosos. Um exemplo edificante é dado pelos católicos do Sudão muito sofridos e muito esquecidos no Ocidente.

Bandos de guerrilheiros fazem incursões nas regiões cristãs do Sudão e, mais recentemente crucificaram vários deles, informou “The Catholic Herald” de Grã Bretanha. Um deles foi cravado numa árvore e mutilado. Outros seis foram pregados em madeiros, jogados no chão e mortos. Os cadáveres foram recuperados perto da aldeia de Nzara. As testemunhas descreveram uma “cena de crucifixão grotesca”.

Dom Eduardo Hiiboro Kussala, bispo de Tombura-Yambio (foto), contou que os guerrilheiros irromperam na igreja de Nossa Senhora da Paz em Ezo, sul do país, durante uma novena e profanaram a Hóstia, o altar e o prédio anexo escravizando 17 pessoas na maioria jovens.

Um deles foi crucificado na árvore e outros 13 estão desaparecidos segundo a associação ‘Ajuda à Igreja que Sofre’ que socorre os cristãos perseguidos.


O bispo diocesano explicou que o ataque se deu na festa da Assunção de Nossa Senhora. “Os atacantes claramente queriam fazer mal ao povo porque sabiam que estava rezando”.

Os guerrilheiros pertencem ao Exército de Resistência do Senhor (Lord's Resistance Army) considerado terrorista pelos EUA e que pratica um culto sincretista ao fundador, o qual diz ser porta-voz do Espírito Santo.

O prelado encaminhou uma denúncia ao governo de Khartum. Porém as chances de ser atendido de modo eficaz são mínimas. Khartum está nas mãos de muçulmanos fanáticos que praticam análogos crimes contra os cristãos.

Os católicos fizeram três dias de oração e penitência. Na principal cerimônia, 20.000 fiéis peregrinaram mais de três quilômetros, revestidos de saco e portando cinzas.

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