terça-feira, 29 de julho de 2008

Com bom senso e inteligência estudantes cariocas “negros” evitam cotas raciais da UERJ


A Uerj, primeira universidade brasileira a adotar o sistema de cotas raciais, informou que no vestibular de 2007, apenas 673 estudantes se inscreveram nas 1.048 vagas para “negros”. O mesmo aconteceu em 2006: 1.031 vagas e só 753 inscritos.

Antes, dava-se o oposto. Os próprios alunos “negros” percebem o lado rebaixante do esquema das cotas.

As cotas aparecem como uma elucubração de políticos e sociólogos esquerdistas insensíveis ao que precisam as novas gerações: um ensino público de alta qualidade.

Para isto, deveria se restaurar a disciplina e o métodos tradicionais de ensino, coisas que a metafísica igualitária e demagógica das esquerdas aborrece.

Porém, projeto aprovado pelo Senado brasileiro torna obrigatórias em todas as escolas técnicas e universidades federais essas pouco procuradas cotas.

Positivamente os jovens negros cariocas, fugindo das cotas, agiram com um bom senso e inteligência que falta aos velhos políticos. E esse é um fator de esperança para o futuro.



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