quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

O Natal no país dos Reis Magos


Os católicos no Irã passaram mais um Natal sob um estatuto legal iníquo e persecutório. Os que nasceram católicos puderam festejar a portas fechadas em casas ou clubes, e ir nas igrejas que tem um estatuto precário [foto]. A polícia vigiava as portas dos templos para impedir que os “ilegais” i. é, os que renegaram o islamismo e os filhos de casais mistos, pudessem entrar, informou “AsiaNews”. O presidente Ahmadinejad ameaçou: “acabarei com o Cristianismo neste país”. Oficialmente há 340.000 cristãos no Irã.

Entretanto, o país (antiga Pérsia) é a terra dos Reis Magos, i. é, os primeiros chefes de Estado que adoraram o Menino Jesus, maravilhosamente conduzidos por uma estrela até a gruta de Belém.

O evolucionismo não se pode confirmar, diz Prêmio Nobel


Do ponto de vista das ciências naturais, “tal vez nunca pueda confirmarse cómo fue el origen de la vida”, afirmou Thomas Cech [foto], prêmio Nobel de Química 1989, em entrevista para o diário portenho “La Nación”. O prof. Cech e sua equipe identificaram a molécula de ácido ribonucleico, ARN, como sendo a primeira molécula viva que pode ter tido a capacidade de se reproducir. Cech, presidente do mundialmente famoso Instituto Médico Howard Hughes, observou ser impossível que exista qualquer registro fóssil que comprove alguma forma de evolução desde a hipotética primeira molécula viva até o homem. Por isso concluiu que “nunca poderemos confirmar” dita evolução.

Achados últimos restos da venerada família imperial russa


Em Iekaterinburg, Rússia, foram achados os restos dos filhos do czar que faltavam localizar. Eles são do filho do czar, Alexei, 13, e de uma filha cuja identidade ainda não está esclarecida. Os assassinos comunistas após chacinarem a augusta família imperial russa, jogaram os corpos em covas, os queimaram com gasolina e jogaram ácido para nunca mais serem identificados. O sádico massacre ideológico de Nicolau II Romanov, último imperador de todas as Rússias, e de sua família [foto], indefesos numa casa burguesa usada como prisão, numa noite de julho de 1918, até hoje causa consternação e censura. A imagem da família imperial nobre e digna [foto] perdura ao longo das gerações aureolada de admiração, respeito e comiseração.