sábado, 28 de julho de 2007

Na Austrália: volta à sadia ordem familiar

Na Austrália, até líderes feministas radicais “estão começando a lamentar as obscuras conseqüências da liberdade sexual”, declarou o ministro da Saúde Tony Abbot. De fato, generaliza-se no público a idéia de que a prática do aborto foi danosa ao país. A matança dos inocentes atinge no país a cifra de 100 mil vítimas por ano.

Segundo o jornal “The Australian”, o ministro disse que “o legado de uma sociedade permissiva — famílias quebradas, doenças mentais — sugere que os antigos ‘tabus sociais’ tinham certa razão”. A Austrália acaba de aprovar lei que só aceita o matrimônio entre homem e mulher. Essa legislação exclui qualquer outro tipo de “união” e desconhece os “casamentos” antinaturais realizados no exterior.

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