sábado, 28 de julho de 2007

Maioria dos brasileiros rejeita imoralidade carnavalesca

Quem julgasse o Brasil em função da TV, do rádio e dos jornais, diria que o País dá apoio incondicional ao carnaval. E, o que é pior, que delira com seus aspectos mais imorais, postos em relevo pela mídia. Felizmente, a realidade é bem diversa. Pesquisa encomendada pela "Confederação Nacional do Transporte" (CNT), realizada pelo Instituto Sensus, mostrou que 57,4% dos brasileiros não querem nem ouvir falar do carnaval. A enquête consultou 2 mil pessoas em 195 municípios, no mês de fevereiro.

Os carnavalescos ficaram surpresos com o índice de reprovação. O professor de cultura popular da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Alberto Ikeda, comentou: "Atribuo esse índice baixo à questão da moral. Como o carnaval expõe o nu, é combatido por grupos religiosos mais conservadores, que cresceram muito nos últimos 20 anos". Omitiu ele de mencionar o efeito contraproducente na opinião pública das ofensas à religião, quando não a blasfêmia, ocorridas durante os dias de carnaval.

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