domingo, 29 de julho de 2007

Exemplo anticomunista de religiosas polonesas


Segundo a Madre Jolanta Olech, presidente da Conferência de Superioras polonesas, os arquivos da polícia secreta comunista não relacionam mais que 30 religiosas polonesas. Os agentes marxistas queriam saber tudo sobre as religiosas, inclusive sua atitude face ao Concílio Vaticano II. Para isso, pressionaram superioras, catequistas e religiosas de clausura. Eles até tentaram forçar freiras a acusar sacerdotes por assédio sexual. Com o auxílio da graça, muitas religiosas opuseram-se a tal pressão. Seu exemplo contrasta com a atitude de bispos e sacerdotes que colaboraram com a máquina repressiva soviética, visando um acordo – aliás impossível – entre a Igreja e o Estado comunista.

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