sábado, 28 de julho de 2007

Carta infantil abala ditadura da moda


Bastou apenas a carta de uma menina de 11 anos, reclamando pela falta de roupas moralizadas nas prateleiras das lojas, para que a poderosa cadeia norte-americana de vestuário Nordstrom ficasse abalada e prometesse corrigir o erro.

Ella Gunderson, de Seattle (Estado de Washington), que pertence ao grupo católico Desafio, queixou-se aos diretores da Nordstrom pelo fato de eles só oferecerem roupas que descobrem o abdômen e peças íntimas de vestuário. E acrescentou que tal atitude da Nordstrom parece revelar que a empresa julga que “todas as meninas devemos andar meio nuas”. Em face disso, a Nordstrom prometeu oferecer alternativas decentes para as moças. O caso não é o primeiro. Em 2002, a loja Dillard passou a vender roupas com mais modéstia para as jovens, após queixas formuladas por um grupo juvenil de Arizona.

Um comentário:

  1. Realmente, é preciso coragem e um "motor" interno para fazer frente ao que o mundo apresenta.

    Quanta gente condena esse modismo, mas recua diante de manifestar esse desagrado publicamente.

    Ainda bem que há pessoas de bom senso e de ânimo renovado que se dispõe a não recuar diante da ofensiva do inimigo.

    Sds em Cristo,
    João Jackson,
    Belém/PA - Brasil

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